Hoje eu acordei e me lembrei de uma música, ao mesmo tempo que sua imagem me veio, com aquele seu sorriso largo, que me faz tanto estrago. A canção? "Secret Smile" do Semisonic.
Não sei, mas parece que existem músicas feitas especialmente para algumas pessoas, mesmo que não sejam escritas, originalmente, para elas. Você foi tocando (mesmo de longe) e as palavras foram dançando: "But you can save me from madness"...
Ah, salve a música e toda a sincronicidade que acontece - magicamente - entre a arte e a vida.
No meio da confusão do meu dia, estávamos ali: eu. Você. A música. E uma compreensão boa de que - pelo menos na arte - tudo tem sua métrica. E seu tempo perfeito.
E sem querer ser egoísta (porque espero, de coração, que todos tenham mais encontros que desencontros), eu escuto a última estrofe e parece que, naquele momento, alguém no mundo nos entende (e escreve somente para nós):
"When you are flying around and around the world
And I'm lying alonely
I know there's something sacred and free reserved
And received by me only".
Não sei, mas parece que existem músicas feitas especialmente para algumas pessoas, mesmo que não sejam escritas, originalmente, para elas. Você foi tocando (mesmo de longe) e as palavras foram dançando: "But you can save me from madness"...
Ah, salve a música e toda a sincronicidade que acontece - magicamente - entre a arte e a vida.
No meio da confusão do meu dia, estávamos ali: eu. Você. A música. E uma compreensão boa de que - pelo menos na arte - tudo tem sua métrica. E seu tempo perfeito.
E sem querer ser egoísta (porque espero, de coração, que todos tenham mais encontros que desencontros), eu escuto a última estrofe e parece que, naquele momento, alguém no mundo nos entende (e escreve somente para nós):
"When you are flying around and around the world
And I'm lying alonely
I know there's something sacred and free reserved
And received by me only".
Estou deliciosamente baranga hoje. E adoro quando fico assim. O amor é punk. E - como dizia meu querido Cazuza - também é brega!
Segue a música e, na sequência, a Rosa Guariglia fala sobre a moda das flashs tattoos (apesar de gostar de marcar permanentemente minha pele, achei a da Ambrosio uma fofura). E vocês?
Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia
"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa
Naquela época, "crescer" era fazer 18 anos. Bem, não fiz com 18, já tinha uns 24 quando fiz a primeira e a segunda acho que foi uns dois anos depois. Parei por aí mas vivo pensando qual vai ser o próximo desenho (amo as coloridas). Lembram de uma coleção do Jean Paul Gautier, em que as modelos usavam uma segunda pele inteira desenhada? Até hoje juro que vou ter uma assim, mas nunca achei. Acabei de ver no Instagram uma imagem da Cara Delavigne com tatuagens lindas, coloridas, coladas na pele. Em seguida, aparece a Beyonce com outras, bem pequenas, de sua coleção Flash Tattoos, que traz outras opções metálicas e maiores. A Rihana também desenhou uma coleção inteira de tatuagens que saem com água e a moda das jóias temporárias pegou no festival de música Coachella (a meca do hippie chic) deste ano. Ah neeeemmmm preciso ter isso!
Um beijo,
Rosa!
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Um comentário:
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