A vida se resume a isso: cada um dá o que tem. Quem está de bem com a vida, distribui alegria. Quem está amargo, oferece despeito. É tão simples que chega a ser ridículo. Mas a gente insiste em se esquecer dessa lei que – para mim – é universal e fica conversando com os céus, naquele estilo dramático “por que ele fez tamanha grosseria”? Ou: “como ela pôde dizer isso de mim”? E remoemos pensamentos, dia após dia, deixando essa matemática óbvia da vida passar batida.
Então, anota aí para sempre se lembrar: quando uma pessoa está de bem com a vida, ela vai desejar que você também esteja. Quem torce contra, meu bem, é sempre quem está na pior. Portanto, DESENCANA! (E continue com esse sorriso no rosto porque ser FELIZ incomoda).
Para embalar a segunda, um pouco de Cazuza: "não ligue pra essas caras triste, fingindo que a gente não existe"... http://mais.uol.com.br/view/156069
Fotos: Alessandra Duarte /produção: Ritinha Duarte Para patrocínios e parcerias, email para comercial.fernandamello@gmail.com e venda de livros pelo loja.fernandamello@gmail.com
Queixe-se da vida. Culpe o outro. Beba algum veneno forte.
Engula uma verdade sem rir. Insulte alguém feliz.
Meu coração tão leve - daqui - te sente:
Tanta falta de amor por si mesmo, porquê?
Queria dizer, me desculpa a audácia:
Do mundo, a gente pouco leva:
O que viu ali.
O que sentiu.
O que leu...
O que fez por alguém e por si mesmo.
O que foi, quase por engano.
Da vida, meu amigo, a gente só leva o coração.
E o meu é poesia. Música. E uma leve descrença no ser humano que eu não posso evitar.
E o seu?
(...)
Vá!
CUIDE-SE.
Mas cuide DE SUA VIDA.
Sempre é tempo de mudar e se fazer feliz."
(Da série: “Mil maneiras educadas de mandar alguém à merda”)
Foto: Marinho Antunes
10 abril, 2012
Crônica digital: Encontros & Desencontros
Para ler:
“Dave Grohl - Nada a
perder”, uma biografia escrita por Michael Heatley que traz curiosidades,
declarações polêmicas, bastidores e tudo o que a gente quer saber sobre o
vocalista do Foo Figthers!
Para ver:
“A dançarina e o ladrão (El baile de la Victoria, 2009), do
diretor Fernando Trueba, com Ricardo Darín (que eu amo!). Filme lindo e muito singelo.
Vale a pena!
Para relembrar (desculpem-me, estou muito Foo Figthers esta
semana!):
Pelo visto, todo mundo abusou da comilança nessa Páscoa.
Para dar uma ajudinha na desintoxicação e também acelerar o metabolismo, a dica
é o chá verde da Nutricêutica. Já
comecei meu ritual das quatro xícaras por dia ontem. Servidos?
Testado e aprovado:
Máscara fácil caseira para quem tem espinhas! Primeiro,
acrescente 2 colheres (sopa) de chá de hortelã com 1 colher (sopa) de argila
medicinal verde (à venda em lojas de produtos naturais) e misture bem até virar
um creme. Em seguida, lave o rosto com
sabonete neutro, seque a pele, e aplique uma camada da máscara de um dedo de
espessura no rosto. Deixe a máscara agir por 30 minutos. Após o tempo de pausa, retire a máscara do
rosto usando água boricada gelada.
Para anotar no caderninho:
“Não é nenhuma novidade que dinheiro, viagens, status,
beleza e outras coisinhas mundanas são sonhos de consumo de muita gente, mas
não dão sentido à vida de ninguém. A única coisa que justifica nossa existência
são as relações que a gente constrói. Só os afetos é que compensam a gente
percorrer uma vida inteira sem saber de onde viemos e para onde vamos. Diante
da pergunta enigmática - por que estamos aqui? - só nos consola uma resposta:
para dar e receber abraços, apoio, cumplicidade, para nos reconhecermos um no
outro, para repartir nossas angústias, sonhos, delírios. Para amar, resumindo”.
"Eu, você e todos nós estamos a procura de algo que
ainda não experimentamos, algo que a gente supõe que exista e que nos fará mais
felizes ou menos infelizes. Eu, você e todos nós tentamos salvar nossas vidas
diariamente, e qual a melhor maneira para isso? Trabalhar e amar, creio eu, mas
não é fácil. Os que não conseguem realizar-se através do trabalho e do amor
tentam salvar-se das maneiras mais estapafúrdias, alguns até colocando-se em
risco, numa atitude tão contraditória que chega a comover: autoflagelo,
exposição barata, superação de limites, enfim, os meios que estiverem à
disposição para que sejam notados.
Eu, você e todos nós somos crianças das mais diversas idades”. (Martha
Medeiros)
“Disfarçamos nosso abandono com frases ousadas e sem verdade
alguma. O que a gente gostaria de dizer, mesmo, é: me dê sua mão”. (Martha
Medeiros)