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31 julho, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler:

Está ficando cada vez mais difícil. Ou desafiador, se me permitem uma palavra mais otimista. Cada vez que chego perto de tudo o que sonhei; que vou conquistando todas as coisas que almejei na vida... Cada vez mais, a responsabilidade aumenta, a privacidade vai para o brejo, as amizades - algumas -  viram interesse (e seus mil e um derivados) e eu sinto um CANSAÇO ENORME. Que só vale a pena porque sei que dou um duro danado para estar aqui. E ser exatamente quem sou hoje. De resto, é bom deixar claro que quando mais alto o degrau, mais difícil o passo. NUNCA SE ESQUEÇAM DISSO QUANDO INVEJAREM ALGUÉM COM UM SORRISO MIL VEZES TREINADO na cara. Nada é tão simples quanto parece. As lutas são diárias e ninguém recebe NADA de mão beijada. Entenderam? NADA. Então não cobre nem julgue ninguém sem saber quantas noites sem dormir foram necessárias para o que você chama de SORTE acontecer.

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Frases no Divã:

Frases no Divã é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez,que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM, que será lançado pela editora Empíreo,em Agosto. IG da Rê: @renatalommez





Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!

Toda mulher abre o armário e fala que não tem nada pra usar, sem esquecer no desespero que dá ao descobrir que aquela roupa que anda sozinha está na montanha deixada para lavar depois porque tinha coisas mais interessantes pra fazer. Fui praticamente obrigada a admitir que eu funciono bem com roupas básicas (acabo variando pouco) e que posso brincar com acessórios. 
Passei a pesquisar closets  básicos e achei no Pinterest o site teamwiking que separa 50 peças que podem ser usadas o ano inteiro (não entram roupas de ginástica, biquínis, joias e bijuterias). É difícil, mas dá certo pra mim. Vamos combinar que hoje se pode usar absolutamente tudo, até o jeans com jeans, e que me remete à foto categoria "meda" da Britney Spears com o Justin Timberlake quando namoravam e apareceram vestidos assim lá pelos anos 90.  Nada é mais básico que jeans e calça de couro com camisa, blusas mais leves e até meio decotadas, ou camiseta de bandas de rock (ainda uso) usados com blazer. Atualmente, minha vida anda meio caótica, como a de todo mundo. Usando essa ferramenta, não preciso economizar tanto nos sapatos e acessórios que fazem toda a diferença do mundo. E aí, gente, depois de um tempo você olha as suas roupas e vê que criou um estilo que é a sua cara e acaba facilitando suas manhãs ou noites pra vida inteira. Bem, assim eu espero. 

Vejam as fotos que fazem parte das minhas referências abaixo.  Você pode achar meio monótono, eu sei, muito preto, branco e cinza. Fique à vontade para detestar, mas vale o exercício. 

Beijos! 
Rosa


Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.


A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

A série Jogos Mortais se tornou tão desvalorizada no mercado cinematográfico devido às suas medonhas sequências, que esquecemos o quanto o primeiro filme é genial. O grande sucesso de James Wan acabou se rendendo ao lucro fácil gerando inacreditáveis 7 continuações, sendo que o oitavo capítulo está à caminho. Espero, do fundo do meu coração, que Sobrenatural não sofra desse mesmo mal. Com uma trama bem conduzida, uma atmosfera crescente de medo e um roteiro muito bem amarrado, a saga honra o segmento horror com três ótimos filmes. E que fique por aqui, afinal o ciclo foi fechado com o tenso e aterrorizante A Origem.
O longa, dirigido por Leigh Whannell (parceiro de Wan), mantém o clima e a estrutura dos dois primeiros, mas eleva a tensão pela presença de uma entidade realmente assustadora. Usando e abusando de enquadramentos como close e superclose, uma edição com cortes rápidos e efeitos sonoros eficientes, o diretor arranca sustos, mas estrutura sua produção através do medo, e não de jump scares desnecessários. Aliás, são poucas as cenas onde elementos surgem do nada com o intuito de passar susto. Leigh desenvolve sua atmosfera tenebrosa de forma crescente e gradativa, promovendo um clima angustiante. O vilão também é apresentado de forma homeopática, revelando primeiramente suas pegadas pegajosas e sua respiração ofegante, para depois surgir com toda aparência moribunda e repugnante. A sensitiva Elise também está presente no longa, servindo como elo de ligação com os primeiros volumes da saga. O que faz falta em A Origem é a presença de Patrick Wilson. O ator, tão acostumado ao universo da Blumhouse, era a espinha dorsal dos dois longas, além de ter estrelado Invocação do Mal. Os efeitos práticos e digitais estão muito bem empregados e se sobressaem em relação aos dois primeiros filmes, graças ao aumento da verba disponível.
Sobrenatural: A Origem é um filme de terror à moda antiga, com estilo vintage e que sabe trabalhar o medo com muita eficiência. Só espero que termine mesmo como uma trilogia.

Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.










27 julho, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler:
Não é o amor que dificulta tudo. Somos nós. É você. Sou eu. São os faz-de-contas. As tantas contas. Meu trabalho. Suas viagens. Minhas meias coloridas.  Suas cismas. Meus traumas. Meu sono que não acaba. Não é o amor que bagunça tudo. É seu sorriso. Meus gatos. Nossas diferenças. Nossas semelhanças. O vizinho que ouve tudo. O porteiro que já te adora. Não é o amor que complica tudo. São as músicas. Os vinhos. O café derramado na mesa. Nossas roupas pelo chão. Suas dúvidas. Minhas certezas. Nossas risadas pela madrugada. Não é o amor que simplifica tudo.
MENTIRA, É SIM.
(Hoje eu acordei com saudade e resolvi escrever para você.) Fernanda Mello

E tem mais:
Dia 18 de Agosto (18, anotem aí!!!)  vai ter  lançamento em BH do meu livro  "O amor na TPM", pela Editora Empíreo no @jângal. Aguardem!




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Para inspirar:


Acessório da semana: 
Os escolhidos da semana da Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle) para as adeptas (eu!) do pulseirismo! In love com essas peças!


Frases no Divã:

Frases no Divã é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez, que além de grande amiga, é uma super profissional, que já trabalhou, inclusive, como colunista na Editora Abril.  E é essa loura inteligente, com ares de Fergie, que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM, que será lançado pela editora Empíreo,em Agosto. 



Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Ontem quando vi a foto da Fe aqui no blog me lembrei da exposição "Punk: Chaos to Couture" que visitei no museu Metropolitam, em Nova Iorque, dois anos atrás.  
Achei o máximo porque pude ver de perto roupas maravilhosas de grandes nomes como John Galliano, Versace, Balmain, Moschino e,
claro, Vivienne Westwood (a mais importante de todas porque viveu aquilo tudo). Na verdade, o mais bonito de tudo foi ver imagens em videos, fotos e ambientes recriados com a história de todo o movimento, que surgiu em Nova Iorque (mais ligado a arte) e em Londres, em razão do contexto político e da crise financeira da Inglaterra. Na Inglaterra, os jovens, sem perspectiva de emprego e esperança no futuro, completamente revoltados com a política, não tinham grana. As roupas rasgadas, cheias de alfinetes e tachas ficaram grudadas em nossa memória como sendo o espírito da moda punk. Nas palavras de Johnny Rotten, do Sex Pistols: "alfinetes...aquilo era pobreza...falta de dinheiro. O traseiro das suas calças cai, você simplesmente usa alfinetes." No entanto, o lema do punk não é a violência, como pode parecer, mas o faça você mesmo (DIY) com a maior honestidade possível. Eles fizeram moda, arte, poemas e música como podiam e bem entendiam como forma de se expressar. Ai, preciso ser mais punk às vezes na minha vida...

Na correria que estou nesta semana, seguem umas fotos (bem toscas) do livro com o mesmo nome da exposição.




Errata: o documentário True Cost (falei dele semana passada) já foi lançado e está no Netflix. Já assisti, a coisa é séria.

Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.


A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

A psicose maníaco depressiva, ou simplesmente transtorno bipolar, é uma desordem cerebral que causa alterações incomuns no humor, energia e capacidade de desempenhar funções. De ordem severa, a doença requer um sério tratamento que combina medicação e terapias psicosociais. Infelizmente essa triste doença nos tirou Robin Williams, que cometeu o suicídio por não conseguir conviver com o transtorno. 
Esse é o tema central de Sentimentos que Curam, filme que traz o novo queridinho de Hollywood - Mark Ruffalo - no papel central. Contando a história verídica de seu pai, a diretora Maya Forbes deixa de lado toda a seriedade do tema e entrega um longa açucarado, induzindo que o amor e a família são suficientes para curar uma doença incurável. Uma pena, pois Forbes perdeu uma grande chance de discutir a bipolaridade, suas reais características e, principalmente, as formas de tratamento. Mostrando uma grande entrega ao personagem, Mark Ruffalo é o grande destaque do longa. Desde que deixou de lado as comédias românticas, o ator vem apresentando uma grande versatilidade em trabalhos como Foxcatcher e Minhas Mães e meu Pai. O resto do elenco não se destaca, sendo algumas atuações bem fracas.
A trama se passa em Boston, Estados Unidos. O fato de Cameron (Mark Ruffalo) ser maníaco-depressivo não impediu que Maggie (Zoe Saldana) se envolvesse com ele. O casal teve duas filhas, mas os constantes colapsos nervosos de Cameron fizeram com que eles deixassem de morar juntos, por mais que mantivessem contato constante. Em 1978, devido às dificuldades financeiras, Maggie resolve fazer um curso de especialização em Nova York, com duração de 18 meses. A saída para que o plano dê certo é que Cameron deixe o hospital psiquiátrico em que vive para voltar a morar em casa, cuidando das garotas, com Maggie visitando o trio aos finais de semana. Trata-se de um grande desafio para Cameron, que precisa assumir de vez as responsabilidades de pai e aprender a controlar a própria doença.
Bem intencionado. Pena que o "inferno do cinema" esteja cheio de boas intenções. 
CURIOSIDADE
A filha de Maya Forbes participa da produção, representando a mãe quando criança.

Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.











17 julho, 2015

Com que letra eu vou?




Para ler:

Não é regra, apenas uma observação: esse negócio de ser romântica e esperar demais dos homens ainda fode a vida de muita mulher. A frase é minha. E a decepção também. (Fernanda Mello - sim, hoje acordei punk).


E tem mais:
Dia 18 de Agosto (18, anotem aí!!!)  vai ter  lançamento em BH do meu livro  "O amor na TPM", pela Editora Empíreo. Aguardem!



Para dar uma animada:




Frases no Divã:

Frases no Divã é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez, que além de grande amiga, é uma super profissional, que já trabalhou, inclusive, como colunista na Editora Abril.  E é essa loura inteligente, com ares de Fergie, que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM , que será lançado pela editora Empíreo, em Agosto. 






Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!
Eu perguntei para a Fernanda se poderia falar de moda sustentável e, devidamente autorizada, comecei a ler e pesquisar mais sobre o assunto para não passar vergonha.  Só que, no final das contas, descobri que há muita informação disponível, que as roupas de material orgânico, sem derivados de petróleo, acessórios de madeira certificada, são caras e ainda pouco acessíveis, quer dizer, não estão tão à mão ou acompanham as tendências (acho que odeio essa palavra) como gostaríamos. 
Não é de hoje que acontecem mil bazares de roupas de grife usadas com preço bom, bazares de trocas entre amigas e muita gente já adotou o site enjoei para vender as roupas e o que não quiser usar mais. Não quero aqui fazer um manifesto anti fast fashion, quem nunca comprou na Zara, na H&M, Forever 21 e outras? Quem nunca deu uma olhada (ou comprou a rodo gastando menos de R$50,00) no site ali express? Eu já e confesso que sempre fico tentada. 
Só que, com o cinto apertado por causa da crise no Brasil, um pouco de juízo na cabeça (passei da idade de achar que tinha dinheiro na “nuvem” e parcelar no cartão), descobri que o caminho para fazer a minha parte, é pensar direito se dá ainda para usar aquele jeans antigo que me serve bem e preserva alguma dignidade à minha figura, que minhas amigas têm coisas que eu posso querer e vice versa e, finalmente, pesquisar se as roupas que quero comprar são produzidas no Brasil e não na China, mesmo sendo de grife nacional.
créditos: site ecoera
Você também faz isso? Para acompanhar os lançamentos de roupas, design, e muita informação boa em várias áreas, vale dar uma olhada no site ecoera, aqui do Brasil mesmo. E vamos aguardar o lançamento do filme “True Cost”, com produção executiva da Livia Firth (mulher na vida real do Mr. Darcy, Colin Firth), uma das pessoas mais atuantes da moda green fashion, e muito, muito chique.
Beijos!
Rosa

*Deixo vocês com o trailer de "True Cost":



Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.


A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Eric Toledano e Olivier Nakache entraram definitivamente para o meu caderninho de diretores obrigatórios. Depois de emocionaram o mundo com o espetacular Intocáveis, eis que chega aos cinemas Samba, uma obra madura, encantadora e super bem roteirizada.
Muito do carisma do longa deve-se à Omar Sy, que compõe um personagem denso, mas ao mesmo tempo leve, sedutor, mas com uma aura inocente. Aliás, o ator é uma das grandes revelações dos últimos tempos, sempre nos brindando com trabalhos magníficos e de enorme magnetismo, mesmo em obras vazias como Jurassic World. No longa, Omar representa o personagem que dá título ao filme, um senegalês que vive na França, e tem como sonho ser chef de cozinha. Pego pela imigração, por estar ilegal no país, Samba contará com a ajuda de uma ONG para conseguir permanecer em território francês. Charlotte Gainsbourg também está incrível na pele de uma executiva - afastada do trabalho por uma crise de nervos - que tenta colocar sua vida nos trilhos, realizando trabalhos sociais, e extravasando sua raiva acariciando cavalos. A atriz inglesa vem se mostrando uma das mais versáteis da atualidade, entregando atuações densas, como em Anticristo e Ninfomaníaca, e leves como nesse exemplar francês. O encontro desses seres perdidos e desesperançosos despertará sentimentos, renovará ânimos e dará força para que cada um deles lute por seus sonhos. O elenco de apoio também está excelente, com destaque para Tahar Rahim, impagável na pele de um "brasileiro". Aliás, o Brasil está referenciado em vários aspectos do filme, seja através do nome do protagonista Samba, da trilha sonora composta por músicas de Gilberto Gil e Jorge Ben e do divertido personagem Wilson, que estrela uma das melhores cenas do longa em cima de um andaime.
Samba é um filme incrivelmente realizado, que exalta a luta por um sonho através de uma temática envolvente e atual. Simplesmente apaixonante!

Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.












10 julho, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler (trechinho do Amar é punk que vem aí):

NO CHÃO
“O coração, minha filha, é um imbecil”
(Leminski)

Cara, estou sentada no chão da minha sala pensando em como seria um texto que falasse sobre você. É, sobre você. Sobre nós. E sobre essa bagunça que virei depois que você surgiu na minha vida. Porque tudo aconteceu tão devagar e, ao mesmo tempo, tão rápido. Não sei ser precisa nessas questões tecnológicas, sabe... Mas, um belo dia, eu senti que você não era só um beijo. Uma noite em claro. Nós não éramos só duas taças de vinho vazias sobre a mesa. ÉRAMOS MAIS QUE ISSO. E foi aí que eu fodi tudo.  FODI. Porque foi bem nessa hora que estraguei o que a gente tinha de mais legal. Embolei nosso lençol com os meus sentimentos e quis mais do que você poderia me dar. Putz, como foi que eu deixei isso acontecer? Eu, tão moderna (supostamente dizendo). Eu, tão bem resolvida. Eu, tão independente. Eu, tão eu... De repente, virei eu, tão você... Não me conformo. Como permiti me tornar esse clichê ambulante? Como eu me permiti, assim, de repente, gostar de você e te dar um espaço tão grande na minha vida? (Fernanda Mello)


E tem mais:
Dia 11 de Agosto vai ter  lançamento em BH do meu livro  "O amor na TPM", pela Editora Empíreo. Aguardem!



Livro do mês (daqueles que a gente lê e todas as amigas também):


Para entrar no clima da semana do rock:
Ok, para gente todo dia é dia do rock. Mas, para comemorar o dia internacional do rock que vem aí, vários clássicos para vocês! Aumenta o som e deixa rolar: Clássicos do Rock

E um dos meus preferidos:





Frases no Divã:

Hoje temos duas colunas novas: a "Frases no Divã" e  "Moda pode ser tudo...com Rosa Guariglia", que vem logo abaixo. A Frases no Divã é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez, que além de grande amiga, é uma super profissional, que já trabalhou, inclusive, como colunista na Editora Abril.  E é essa loura super inteligente com ares de Fergie que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM , que será lançado pela editora Empíreo, em Agosto. Bem-vinda, Rê! É uma delícia dividir com os leitores do blog a sua capacidade de nos fazer pensar. E refletir sobre nossas maiores dúvidas e anseios. Em Agosto, além das Frases do Divã, a Renata terá, aqui, uma coluna inédita. Afinal, se autoconhecer é a melhor ferramenta para a gente ser feliz. Não é?





Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!

Depois de conversar com a Fernanda sobre a minha participação aqui no blog, tive que buscar no dicionário a definição de moda. Isso porque não tenho formação na área, ou qualquer coisa parecida, mas, como (quase) todo mundo, sempre fui curiosa, amo os editoriais de revistas como Vogue e, ao longo da vida, acabei me arriscando algumas vezes a adotar novos visuais com resultados absolutamente desastrosos. 
Em minhas andanças por outras cidades e países, constato cada vez mais o que é óbvio, ou seja, os modismos, o que se usa, o que se come e até o que se fala, tem mais a ver com os costumes, com o clima, e até com o contexto político daquele lugar específico do que com a tendência dos editoriais de moda, que lançam ou traduzem um espírito de rua. Quer um exemplo? Como usar muita roupa e maquiagem no calor do Rio em que as meninas arrasam no visual “cara lavada”, roupas leves, meio peladas, e não menos inspiradoras? 
revista.vogue.globo.com
Mesmo assim, há sempre alguma coisa que pega em todos os lugares, já notaram? Recém-chegada de férias curtas em uma praia da Europa e, após uma romaria de aeroportos na volta pra casa, elegi não uma peça de vestuário (mas bem que poderia ser o shorts jeans desfiado), mas um penteado, o coque alto.  Não importa se o cabelo é médio, longo, se a moça está na areia da praia, no restaurante chique, no boteco ou numa sala de embarque de aeroporto. Ela está lá, com cara de arrumada. De dia, de óculos escuros. De noite, muita máscara de cílios, boca bem tratada, que pode ser nude ou vermelho vivo e um ar de saúde com um pouco (ou muito) blush, independe se faz frio ou calor. Vale até colocar grampinhos para segurar os fios que cismam em arrepiar sem correr o risco de parecer que está rodando uma touca como dizia a minha avó, porque hoje isso também se admite. É isso, pessoal, o coque alto salva gente do mundo inteiro (até os moços adotaram!) e eu vou continuar apostando no meu.
Beijos,
Rosa

Para inspirar:

Créditos: Fashionjacket.com; Likaschwarz.blogspot.com; Santavilla.blogspot.com; FashionDrunk.wordpress.com
Um tutorial fácil:


Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.

Acessório da semana: 
Os escolhidos da semana da Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle). Muita marsala e muitas pulseiras, por favor! 




A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Alguns elementos similares são observados nas duas adaptações das obras de John Green para o cinema. Em primeiro lugar, vale ressaltar a atmosfera envolvente que o autor constrói em suas tramas, sendo capaz de segurar a atenção do espectador durante toda a história. Outro ponto interessante são os adolescentes descritos por Green: muito mais maduros, racionais, seguros e detentores de sentimentos consolidados, que qualquer adolescente real da face da terra.
Os diálogos proferidos pelos jovens atores são repletos de poesia, profundidade e muita sabedoria, causando um pequeno traço de artificialidade na composição dos personagens. Mas isso não é uma crítica negativa ou algo que deprecie suas obras, apenas um traço do autor, que vem se especializando em falar a língua dos jovens. Uma outra característica das adaptações de Green está na escolha da trilha sonora. Assim como a belíssima seleção de A Culpa é das Estrelas, Cidades de Papel repete a dose e escala um competente repertório musical, que embala essa trama tão interessante sobre o rito de passagem para a fase adulta.
Confesso que estava com um pé atrás quando fui conferir a cabine de Cidades de Papel, afinal a história não tinha me chamado atenção e fiquei sabendo que tratava-se de uma adaptação livre da obra de John Green. E como eu gosto de ser surpreendido e ter minhas amarras desatadas! Foi esse gostoso sentimento que tive ao final do filme. Obviamente o longa possui alguns problemas de condução, principalmente no que diz respeito à verossimilhança de algumas situações, mas no geral o desconhecido diretor Jake Schreier se sai muito bem, e entrega um filme honesto, nostálgico e envolvente. Construído através de um road movie - um dos meus gêneros favoritos - o longa vai se aprofundando no íntimo dos personagens à medida que os quilômetros vão se passando. Ao final estamos completamente envolvidos por aqueles jovens que estão em busca de realizar / consolidar seus sonhos.
Leve, divertido e bem conduzido, Cidades de Papel é um filme que me surpreendeu!

Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.














E semana que vem vai rolar promoção do @cinediario, @cineart_oficial e @fernandacmello! Sigam a gente no Instagram e aguardem!


03 julho, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler (trechinho do Amar é punk que vem aí):

- Existem várias formas de amor.
- Não, amar é uma coisa só.
- Mas existem várias maneiras de se fazer uma mesma coisa.
- Entendi. Então você pode amar de várias formas. É isso?
- Sim, é. E é bem aí que eu quero chegar: qual é o tipo de amor você quer de mim?


E tem mais:
Em agosto, livro meu pela Editora Empíreo: O amor na TPM. Aguardem!



Para pensar:



Para animar a sexta-feira:





Para assistir:



Para arrasar no final de semana:
Escolhemos a linha da Fórum da @bemtequerobem (IG), que é super sensual sem ser muito frufru. AMO! Curtiram? Aproveitem que agora a Bemtequero está aceitando pagamento com cartão de crédito! Fanpage: https://www.facebook.com/bemtequerobem


Acessório da semana: 
Os escolhidos da semana da Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle) foram essa pulseira dourada (que cai bem com tudo) e o kit de pulseiras de marsala, cor eleita do inverno.


Gostaram? Então corram que está tendo sorteio no meu instagram @fernandacmello, resultado sai quinta-feira, dia 09.



Fê:minices -  Moda e Cultura

Ótima notícia: o poncho é uma das principais tendências deste Inverno. Achamos super prático porque, com apenas duas peças (ou três, no máximo) - você sai linda, chic e quientinha de casa.

Sugestões:
Com calça Flare ou skinny e bota.
Com legging, vestido ou short com meia


A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Lúdico, repleto de subtextos e simplesmente apaixonante. Assim pode ser descrito Divertida Mente, uma das mais incríveis e melhores animações já feitas para o cinema.
Com um roteiro inventivo e profundo, o longa consegue - de forma rara - agradar crianças e adultos com a mesma intensidade. Fui em uma sessão legendada, onde a maioria dos espectadores eram adultos. Ao longo da projeção era possível ouvir a reação do público, que ria, chorava e se envolvia com a criativa história e a linda mensagem que Divertida Mente traz aos nossos corações.
O longa conta a historia de Riley, desde o seu nascimento até os 11 anos de idade. Mas aqui o ponto de vista é mostrado de forma diferente. Acompanhamos sua vida através de sua mente, onde as cinco emoções básicas - Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho - controlam e equilibram as suas ações e seus sentimentos. Uma inesperada mudança e a exposição a uma nova realidade, promoverá um desequilíbrio dessas emoções e uma busca desenfreada pela reorganização emocional. A fantástica direção de Pete Docter consegue balancear três subtramas de forma eficiente, evitando a monotonia de um filme que trabalha com inúmeras metáforas. Em uma trama acompanhamos uma incrível aventura de dois sentimentos antagônicos como a Alegria e a Tristeza na mente de Riley. Em outra, vivenciamos o Medo, o Nojinho e a Raiva assumindo o controle de sua emoções. Por fim acompanhamos a própria Riley em sua vida externa, suas relações com amigos e família, além de sua paixão pelo Hóquei. O trabalho de dublagem é incrível, com destaque para Amy Poehler (Alegria) e principalmente Phyllis Smith (Tristeza), que compõe o melhor personagem dos últimos tempos. Achei o 3D do filme pouco inovador, tornando-se dispensável.

Divertida Mente é um filme que mostra que o segredo para a uma vida plena é saber equilibrar as emoções. Que alegria e tristeza fazem parte das nossas vidas e que uma é essencial para a descoberta da outra. Incrível!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.














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