Já há uns dois anos que a moda do colar choker voltou. Primeiro, as tattoos chokers (aqueles colares bem fininhos de plástico imitando uma tatuagem no pescoço), que eu particularmente não gosto. Claro que depois da Giovanna Antonelli aparecer na novela das 21h usando um chocker de metal dourado a coisa se multiplicou. É daqueles acessórios meio polêmicos, mas voltaram com tudo até nas coleções da Dior e Chanel para o verão 2016. Por mais aflição que eu tenha em usar algo literalmente apertando meu pescoço, tenho visto algumas meninas da moda como a Behati Prinsloo (Sra. Adam Levine) e a Kendall Jenner usando de uma forma bem legal, pode ser da mesma cor da roupa e sempre de tecido, mais confortável e cumprindo bem o papel do acessório, que é o de mudar a cara da roupa.
Acho que já falei aqui que amo a Mulher Maravilha... quando era criança ficava fixada nos braceletes, acho lindo usar um em cada pulso. Como na última terça-feira foi o dia internacional da mulher e somos feitas de uma matéria diferenciada e complexa mesmo, até dei uma pesquisada em algumas roupas feitas em homenagem à minha personagem favorita dos quadrinhos, mas não gostei de nada para publicar. Aí me lembrei da loja perfeita para os fãs dos super heróis, que é a Midtown Comics (W 40th St) em Manhattan, NY. Tem tudo da Marvel e da DC Comics, sem contar aqueles bonecos POP! que são fofos demais. Vale a pena conhecer nem que seja para levar os rapazes como desculpa ou para um alívio das compras femininas.
Beijos!
Rosa
Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta, nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.
Está ficando cada vez mais difícil. Ou desafiador, se me permitem uma palavra mais otimista. Cada vez que chego perto de tudo o que sonhei; que vou conquistando todas as coisas que almejei na vida... Cada vez mais, a responsabilidade aumenta, a privacidade vai para o brejo, as amizades - algumas - viram interesse (e seus mil e um derivados) e eu sinto um CANSAÇO ENORME. Que só vale a pena porque sei que dou um duro danado para estar aqui. E ser exatamente quem sou hoje. De resto, é bom deixar claro que quando mais alto o degrau, mais difícil o passo. NUNCA SE ESQUEÇAM DISSO QUANDO INVEJAREM ALGUÉM COM UM SORRISO MIL VEZES TREINADO na cara. Nada é tão simples quanto parece. As lutas são diárias e ninguém recebe NADA de mão beijada. Entenderam? NADA. Então não cobre nem julgue ninguém sem saber quantas noites sem dormir foram necessárias para o que você chama de SORTE acontecer.
E tem mais:
Promoção dos meus livros, com frete grátis! Quer aproveitar? Só mandar email para loja.fernandamello@gmail.com que eu passo as coordenadas.
Os escolhidos da semana da Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle): anéis de falange para todos os momentos. E produções. Amando esse na cor chumbo, com símbolo do infinito.
Frases no Divã:
Frases no Divã é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez,que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM, que será lançado pela editora Empíreo,em Agosto. IG da Rê: @renatalommez
Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia
"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa
Olá!
Toda mulher abre o armário e fala que não tem nada pra usar, sem esquecer no desespero que dá ao descobrir que aquela roupa que anda sozinha está na montanha deixada para lavar depois porque tinha coisas mais interessantes pra fazer. Fui praticamente obrigada a admitir que eu funciono bem com roupas básicas (acabo variando pouco) e que posso brincar com acessórios.
Passei a pesquisar closets básicos e achei no Pinterest o site teamwiking que separa 50 peças que podem ser usadas o ano inteiro (não entram roupas de ginástica, biquínis, joias e bijuterias). É difícil, mas dá certo pra mim. Vamos combinar que hoje se pode usar absolutamente tudo, até o jeans com jeans, e que me remete à foto categoria "meda" da Britney Spears com o Justin Timberlake quando namoravam e apareceram vestidos assim lá pelos anos 90. Nada é mais básico que jeans e calça de couro com camisa, blusas mais leves e até meio decotadas, ou camiseta de bandas de rock (ainda uso) usados com blazer. Atualmente, minha vida anda meio caótica, como a de todo mundo. Usando essa ferramenta, não preciso economizar tanto nos sapatos e acessórios que fazem toda a diferença do mundo. E aí, gente, depois de um tempo você olha as suas roupas e vê que criou um estilo que é a sua cara e acaba facilitando suas manhãs ou noites pra vida inteira. Bem, assim eu espero.
Vejam as fotos que fazem parte das minhas referências abaixo. Você pode achar meio monótono, eu sei, muito preto, branco e cinza. Fique à vontade para detestar, mas vale o exercício.
Beijos!
Rosa
Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.
A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende
A série Jogos Mortais se tornou tão desvalorizada no mercado cinematográfico devido às suas medonhas sequências, que esquecemos o quanto o primeiro filme é genial. O grande sucesso de James Wan acabou se rendendo ao lucro fácil gerando inacreditáveis 7 continuações, sendo que o oitavo capítulo está à caminho. Espero, do fundo do meu coração, que Sobrenatural não sofra desse mesmo mal. Com uma trama bem conduzida, uma atmosfera crescente de medo e um roteiro muito bem amarrado, a saga honra o segmento horror com três ótimos filmes. E que fique por aqui, afinal o ciclo foi fechado com o tenso e aterrorizante A Origem.
O longa, dirigido por Leigh Whannell (parceiro de Wan), mantém o clima e a estrutura dos dois primeiros, mas eleva a tensão pela presença de uma entidade realmente assustadora. Usando e abusando de enquadramentos como close e superclose, uma edição com cortes rápidos e efeitos sonoros eficientes, o diretor arranca sustos, mas estrutura sua produção através do medo, e não de jump scares desnecessários. Aliás, são poucas as cenas onde elementos surgem do nada com o intuito de passar susto. Leigh desenvolve sua atmosfera tenebrosa de forma crescente e gradativa, promovendo um clima angustiante. O vilão também é apresentado de forma homeopática, revelando primeiramente suas pegadas pegajosas e sua respiração ofegante, para depois surgir com toda aparência moribunda e repugnante. A sensitiva Elise também está presente no longa, servindo como elo de ligação com os primeiros volumes da saga. O que faz falta em A Origem é a presença de Patrick Wilson. O ator, tão acostumado ao universo da Blumhouse, era a espinha dorsal dos dois longas, além de ter estrelado Invocação do Mal. Os efeitos práticos e digitais estão muito bem empregados e se sobressaem em relação aos dois primeiros filmes, graças ao aumento da verba disponível.
Sobrenatural: A Origem é um filme de terror à moda antiga, com estilo vintage e que sabe trabalhar o medo com muita eficiência. Só espero que termine mesmo como uma trilogia.
Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.
Para acordar bonita, nada melhor que dormir com uma super camisola. Escolhemos essa da @bemtequerobem (IG), que agora está aceitando o pagamento com cartão de crédito! Iupi! Para curtir a fanpage: https://www.facebook.com/bemtequerobem
Camisola Florabella, da coleção Outono ìntimo!
Para dar um "up" no look:
É com muita alegria (e pulseiras!) que venho comunicar a nossa mais nova parceria: a Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle). São peças lindas e super diferentes, para dar aquela incrementada no look! Como me visto normalmente bem básica, acho fundamental um bom acessório (e uma boa make) para ficar com um visual bacana.
Então, primeiro, quero mostrar a peça escolhida da semana, que, na verdade, são várias peças que combinam entre si e dão esse resultado suuuuper gypsy: PULSEIRAS, MUITAS PULSEIRAS! Eu sou total adepta do "pulserismo" e vou mostrar isso (entre outras coisas) nas próximas semanas.... Aguardem!
E, pra terminar, gostaria de agradecer à Bruna da But Le e avisar para a mulherada: CORRE QUE TEM SORTEIO NO INSTAGRAM: @fernandacmello
Wal: falando de moda
Separei alguns itens para deixar seu guarda-roupa mais fashion apenas com acessórios. Vamos lá?
- ÓCULOS FASHIONISTA
- MAXI COLAR
- BATOM VERMELHO
- BOTA OVER THE KNEE
- BOLSA DE FRANJA
Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central.
A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende
Estreou ontem o filme Lugares Escuros, adaptação de mais uma obra de Gillian Flynn, a nova estrela da literatura mundial. Responsável por Gone Girl, material que gerou o espetacular Garota Exemplar, a autora mais uma vez promove um estudo sobre a interiorização do mal no ser humano. Se no filme estrelado por Rosamund Pike o mal era encubado e forjado, em Lugares Escuros a temática fica explicitada e discute-se até sua inerência ao homem. Estrelado por um excelente elenco, incluindo Charlize Theron e Chloë Grace Moretz, Lugares Escuros é um bom suspense, prejudicado pela narrativa recortada que atrapalha a linearidade da projeção.
Ou seja, o filme vai e volta no tempo um pouco demais, perdendo muito de seu impacto. Como disse anteriormente, o elenco é o grande destaque desse longa obscuro, enigmático e com uma temática muito difícil de ser digerida. A maravilhosa Charlize está muito bem na pele de uma mulher amarga, desiludida e que vive presa a um passado traumático. O restante do elenco compõe muito bem o arco dramático, com destaque para a ótima Chloë (diferente de tudo que você já viu) e uma grande revelação chamada Tye Sheridan. O garoto compõe brilhantemente um personagem arredio, anti-social e enclausurado dentro de si mesmo.
A fotografia densa e escura serve de peso para uma história intrincada e repleta de reviravoltas.
Para quem não conhece, o filme conta a história de Libby Day (Charlize Theron), uma mulher traumatizada pelo assassinato de toda a sua família, quando ela ainda era uma criança. Com o irmão preso há 28 anos pelo crime, Libby sempre viveu sua vida às custas da repercussão que que o assassinato teve na mídia. Recebendo doações de anônimos caridosos, certo dia é abordada por uma sociedade secreta, especializada em investigar crimes não resolvidos. Certos que o irmão de Libby não é o verdadeiro culpado, eles a convencem a relembrar sua tragédia familiar e a fazem partir para para confrontar todos aqueles que fizeram parte de seu passado.
Lugares Escuros é um filme cru, denso, com uma temática indigesta, mas irregular em alguns aspectos.
Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.
E as promoções continuam, parceria do @cinediario e da @cineart_oficial e @fernandacmello! Sigam a gente no Instagram e aproveitem: TEM SORTEIO NO IG DO @CINEDIARIO!
Existe uma griffe brasileira, da cidade de Divinópolis - MG que eu simplesmente amo: A The Best, que lança a coleção Outono/Inverno 2015 com muita irreverência e ousadia. Sempre focada no mundo fashion, a marca traz sua coleção ilustrada por elementos exóticos, a combinação do branco e preto trazem luxo ao look clássico e contemporâneo. Detalhes valorizam as formas tornando ainda mais charmosa cada peça criação! Puro charme e elegância! Parabéns ao meu queridíssimo Ivan Francisco...talento sem fim!
Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central.
A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende
22 anos se passaram, desde que um fascinante e empolgante universo nos foi apresentado. Mesmo com recursos visuais da década de 90, Jurassic Park conseguiu reproduzir, com uma perfeição inacreditável, animais jurássicos de várias espécies, tornando-se até hoje uma grande referência. Como tudo que é bom gera frutos, o filme acabou virando uma franquia, com duas continuações de gosto duvidoso. Eis que 14 anos depois do péssimo terceiro capítulo, chega aos cinemas Jurassic World. O resultado? Meio lá, meio cá! Um programa super divertido, não mais que isso. É impressionante como, mesmo depois de tantos anos e com inúmeros recuros tecnológicos disponíveis, nenhuma das continuações conseguiu chegar aos pés do filme de 1993.
Jurassic World possui muitas qualidades, dentre elas conseguir construir uma excelente atmosfera e uma densidade crescente de tensão. Outro ponto interessante é a apresentação da estrela principal do filme, o Indominus Rex, que aparece aos poucos, gerando um impacto muito positivo quando surge com toda sua magnitude e ferocidade. Além disso, a maravilhosa trilha de John Williams também está presente, dando sustentação para as cenas onde é orquestrada. O destaque do elenco é Chris Pratt, bem no papel de um ex-soldado da marinha que supervisiona um estudo com raptors.
Infelizmente, os problemas também se apresentam em grande quantidade. Jurassic World apresenta um roteiro fraco e infundado, tanto nas explicações científicas, quanto no desenvolvimento da trama. Além disso, o elenco não consegue sustentar o arco dramático do filme, entregando atuações caricatas e rasas. A atriz que interpreta a gestora do parque está completamente fora do tom, construindo uma personagem artificial. Os irmãos, que estão no filme como uma "ferramenta" para nos mostrar as atrações do parque, não apresentam cumplicidade e não convencem. A tentativa de eleger um vilão e a construção de um romance piegas entre os protagonistas, também podem ser consideradas falhas da produção. O final exagerado, repleto de reviravoltas sem sentido, coroa a irregularidade de um longa que tinha tudo para ser excepcional. O saldo é positivo, a diversão garantida, mas podia ser muito mais!
Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.
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Você que está em crise no casamento, não se preocupe! Quer colocar um ponto final nos desajustes e recuperar a relação? É muito simples, basta procurar um lugar onde esteja ocorrendo algum desastre natural, como tsunami, tornado ou terremoto. Acho que os roteiristas de filmes-catástrofe possuem uma ideia fixa com essa temática, e sempre colocam essas crises familiares como pano de fundo em produções desse gênero. Para não fugir à regra, eis que Terremoto: a Falha de San Andreas apresenta a mesmíssima estrutura e ainda tempera com um emaranhado de clichês e situações convenientes. Sinceramente, é demais pra mim!
A produção possui efeitos visuais incríveis, tudo muito bem estudado, projetado e super bem realizado. Mas esse é o único feito positivo do filme. Inclusive, o 3D é completamente desnecessário. O restante é um atentado à inteligência do espectador. O roteiro é algo inexplicável, de tão ruim. Tenho muita "preguiça" de histórias que elevam os protagonistas a um patamar superior ao resto dos mortais. Um exemplo: estão todos correndo para uma direção, mas a mocinha acha melhor ir para o outro lado, pois ela é sábia demais para acompanhar a massa. Aliás, eu nunca vi uma família tão sagaz, inteligente e forte como essa. Outro grande problema do roteiro são as conveniências. Logo no início do filme, a "menina-genial" tem uma conversa com o namorado de sua mãe sobre o prédio que ele está construindo. Do nada, ele diz que é o maior e mais resistente edifício de São Francisco. Não precisa nem ser muito perspicaz para imaginar onde será o abrigo dos protagonistas. Em outra situação, através de um boné, Dwayne consegue um avião novinho para pilotar. Isso realmente não dá para engolir.
O elenco não prejudica, nem acrescenta. Dwayne Johnson possui um carisma interessante, mas quando é exigido em cenas dramáticas, não convence. Fiquei com pena do Paul Giamatti, um excelente ator, que está ali apenas para explicar tecnicamente o terremoto.
San Andreas é mais um filme-catástrofe, ao estilo Roland Emmerich, que não mostrou a que veio. Uma pena!
Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.
Para ler:
Para quem dar uma filosofada e pensar como andam os relacionamentos hoje em dia, indico:
Agora, se você quer dar umas risadas e esquecer da peleja do dia-a-dia:
Para pensar:
Para inspirar:
Para não esquecer...
Sex-Tha
Pessoal, abrimos um novo espaço aqui no SEX-THA: mande sua pergunta relacionada à sexo e comportamento que nossa colunista Thaís Mytie vai responder vocês: thamytie@gmail.com. Beijos e até sexta que vem!
Thais Mytie (@thamytie) body piercer, apaixonada por todo tipo de arte, rock n roll e animais. Interessada por difundir e desmistificar as polêmicas do SEXO!
Wal: falando de moda
Hoje eu quero contar sobre a Maison Gless, que fica em Volta Redonda, Rio de Janeiro.
Um espaço dedicado à moda e ao glamour, antes de ser uma loja! Pra vocês terem uma idéia, a Gless conta com uma biblioteca de moda, onde os estudantes vão fazer pesquisa...gente, isso não é o máximo?
A Gless vende coleções assinadas por estilistas conhecidos e marcas exclusivas, entre elas: Agilità, Arte Sacra, Corporeum, Cosh, PatBo, Patricia Bonaldi, Raquel de Queiroz, Victor Dzenk e Vivaz, desde moda contemporânea, moderna e clássica como também moda festa.
Tem também uma coleção de Barbies que foram penteadas e vestidas de acordo com seus criadores, cabeleireiros e estilistas.
O espaço conta com copeira, manobrista, segurança...tudo para proporcionar o bem estar dos clientes! E já virou tradição, todas as sextas feiras, o Chá da Gless, com o bolo de banana que já faz parte da história desse lugar fantástico! O que eu acho incrível é essa preocupação, esse cuidado dos sócios: Julio Monteiro, Fernanda Monteiro e Aline Aragão, em proporcionar todo esse glamour a quem escolhe a Gless para fazer suas comprinhas!!
Que privilégio respirar esse ar de aconchego e sofisticação, que delicia participar desse chá e dividir com pessoas queridas esses momentos de puro relax...um spa para a mente!
será que podemos sonhar com um espaço Gless em BH? Tomara que sim...
Um beijo e até semana que vem, queridos!
Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central.
A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende
Amor, cumplicidade, família, mudanças, filhos, perda, tristeza, recomeço. Assim podemos resumir o intenso e maravilhoso Alabama Monroe. A produção belga, indicada ao Oscar de filme estrangeiro em 2014, conta uma história de vida que ficará, por muito tempo, marcada em seu coração.
Embalado por belissimas canções de bluegrass (uma espécie de country melódico e compassado), o longa ainda nos brinda com uma linda fotografia que utiliza tons suaves, densos e até uma inédita inserção de imagens em negativo. A atuação do elenco é outro grande destaque. O amor, a dedicação e a dor que une a família de protagonistas é apresentada de forma palpável, extremamente convincente e emocionante.
Alabama Monroe mostra a vida de Didier (Johan Heldenberg), um músico ateu, que canta nos bares da cidade e vive em um trailer. Sua vida sofre uma grande mudança quando conhece Elise (Veerle Baetens), uma tatuadora repleta de histórias mal sucedidas marcadas em seu corpo. Linda e alegre, possui uma visão mais espiritual do mundo. O nascimento da filha do casal, e os desestruturantes fatos subsequentes colocam esse relacionamento à prova e revelam características, fraquezas e sentimentos ocultos de cada um.
Contado de forma não cronológica, o filme intercala de forma muito eficiente as cenas, sempre procurando contrapor sentimentos antagônicos como recurso narrativo. Por exemplo, em um momento presenciamos a total desesperança de Elise, para na cena seguinte mostrar seu entusiasmo com algum fato de sua vida.
Alabama Monroe é um filme incrível, extremamente triste e que fecha sua jornada com a cena final mais linda e poética dos últimos tempos. Imperdível!
Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.
E vem novidade por aí! Uma parceria do @cinediario e da @cineart_oficial e @fernandacmello! Sigam a gente no Instagram e aguardem as promoções e surpresas!