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28 maio, 2013

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Para ler:
Para quem gosta, o livro "Pearl Jam - Duas Décadas de sucesso".



Para ouvir:


Para a hora do recreio:



Para o dia dos namorados:
Quer fazer bonito no dia dos namorados? Acesse a fanpage da Zeenat Jóias e veja as peças lindas  para o seu amor!




Para a vida ficar mais doce:
Conheci outro dia e quase desmaiei... Olhem a doçura e a estética dessa caixa que ganhei da Doce Lembrança:


Para curtir a fanpage da Doce Lembrança, é só clicar: https://www.facebook.com/pages/Doce-Lembran%C3%A7a-Liss-Produ%C3%A7%C3%B5es/361785167233458?ref=hl Encomendas e mais informações, falem com a Liss (muito fofa!) através do email: liss.producao@hotmail.com

Para ficar mais bonita:
A linda Thaís Azze dá a dica de como fazer um bocão no site da Ameixa Japonesa: http://ameixajaponesa.com.br/2013/05/24/batom-vermelho/


Para não perder a esperança (porque eu já desisti):



Pra fazer em casa:
Brownie com chocolate branco. A nossa querida Laila Coelho do Beleza free ensina o passo-a-passo pra gente. Vamos lá? http://www.belezafree.com/


Para ficar zen:
13 formas para ficar zen: http://www.viagemastral.com/site/2011/10/06/13-formas-para-ficar-zen/


Uso e Recomendo:


Para anotar no caderninho



www.facebook.com/naosouobrigado










10 novembro, 2011

CRÔNICAS DIGITAIS: MAIS GENTILEZA, POR FAVOR! 



Ficha Técnica:

Direção/fotografia/edição: Marinho Antunes
Texto: Fernanda Mello
Assistente de direção: Sérgio Oliveira
Produção de moda: Migui´s
Produtora: Estúdio Pro
Apoio: M1 Station 


------> a pedidos, gravei a crônica digital desse texto, afinal gentileza NUNCA é demais! Vamos fazer nossa parte?  


MAIS GENTILEZA, POR FAVOR!

Outro dia – numa roda de amigos – surgiu um assunto que me fez pensar: já repararam que nesses tempos modernos, deixamos a gentileza de lado e nos desculpamos pelos maus modos, colocando a culpa no estresse? Pode ser uma resposta atravessada por conta do trânsito caótico. Pode ser o prazo curto. A falta de dinheiro. A falta de tempo. A falta de saúde. A falta de graça na vida. Os motivos são muitos e não param. Mas será que – em nome das nossas “faltas” – temos o direito de sermos MENOS humanos? Onde foi parar a delicadeza, a gentileza, a educação e o respeito? Onde foi parar o que nós SOMOS?
Desculpe-me, mas é difícil responder. Estamos tão individualistas que mal percebemos o outro. Eu, pessoalmente, acho uma falta de inteligência privilegiar apenas o SABER e não valorizar quem tem uma visão generosa do mundo. Para mim, a combinação dos dois – conhecimento e sensibilidade – são um prato cheio para vivermos melhor. E crescermos tanto pessoal, quanto profissionalmente.
Infelizmente, não é isso que vemos por aí. O respeito parece ter saído de moda. Gentileza, então, virou gíria das nossas avós. Nada de “bom dia”, “boa tarde”, nem um olhar que te perceba como indivíduo.
Importante esclarecer: não gosto de generalizar. Conheço pessoas que – no meio do salve-se quem puder! – continuam a ser PESSOAS.  Enxergam, em seus olhos, o outro. Oferecem – sem o menor constrangimento – um abraço sincero. Uma ajuda inesperada. Um elogio. Um silêncio na hora certa.
Isso, para mim, não é frescura. É apenas a boa e velha educação pedindo passagem... Implorando para não ser esquecida, dentro do carro, na hora do rush.
Claro que não é preciso dizer “obrigada!” a cada minuto. Mas antes uma palavra doce do que deixar nosso lado brucutu (acredite, todo mundo tem um!) falar mais alto e acabar com a CORDIALIDADE que ainda nos resta.
Você acha esse papo ultrapassado? Chegou, então, a hora de me desculpar. DE NOVO.
Sei que pode parecer ingenuidade minha, mas eu continuo com fé no ser humano. (E em mim). Acho que a pessoa que desenvolve sua sensibilidade para perceber o outro (seja no trabalho, em casa, na rua ou na fazenda), só tem a ganhar. Uma promoção. Um trabalho melhor. Um amigo de verdade. Um dia mais feliz. Ou apenas um sorriso que – a meu entender – já vale o esforço.
Por isso, venho escrever esse texto para tirar meu nó da garganta e alertar aos que ainda sabem ouvir: o mundo precisa de mais gentileza. E menos – muito menos! – cara amarrada.


(Fernanda Mello)