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05 setembro, 2016

Poesia de segunda...

Até que enfim... O blog voltou!

A partir de hoje, teremos postagens frequentes, com muita poesia, crônicas, Fernandicas... E o retorno dos nossos queridos colunistas!



Para começar, deixo a censura de lado e posto um P.S. que achei perdido em um caderno, outro dia...

PERDER

Ai como dói amar aquele rosto. Como dói lembrar daquele abraço que dura horas e horas e eu perco nele, me perco em mim e não me acho. Como dói saber que ele lembra e se lembra e insiste em não se esquecer e me esquecer. Ai como dói saber que alguma coisa deu certo, muito certo, e saber que tudo entre nós é puro, forte, simples e a gente se perde, eu me perco, toda vez que lembro dele, eu me perco, me abraço, abraço ele, e não me largo,,,

Ai, como me dói esse amor...


Próxima cidade - Porto Alegre, dia 15 de setembro

11 março, 2016

Hoje tem cinema!



Agora, a coluna do nosso queridíssimo Gustavo Rezende:

A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende


A semana do Oscar foi tão corrida, que acabei esquecendo de postar a resenha (na verdade um alerta) sobre o medonho filme Deuses do Egito. Sabe aqueles comerciais do refrigerante Dolly? Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos isso que esse longa representa para a indústria cinematográfica. Extremamente mal feito, repleto de subtramas desnecessárias e com um elenco mal escalado (brancos representando egípcios?), Deuses do Egito parece um daqueles jogos virtuais onde nada parece real. Muito dessa artificialidade se dá pelo sério problema de imersão entre os personagens e a "tela verde". Os elementos visuais, inseridos por computação gráfica, são desconexos com os elementos físicos, gerando uma interação com planos completamente distintos. Uma verdadeira atrocidade! Não sei onde o bom diretor Alex Proyas estava com a cabeça, quando decidiu aceitar o desafio de rodar esse filme descartável. 
E o roteiro? Desde 50 Tons de Cinza não vejo algo tão ruim nos cinemas. Com um argumento raso, confuso e completamente sem foco, Deuses do Egito é como aqueles restaurantes que servem churrasco, pizza, comida japonesa e sanduíche. Ou seja, tem uma série de variantes, mas não faz nenhuma delas com consistência. 
Extremamente caricato e afetado, Gerard Butler passa longe da sua atuação em 300. Orquestrando um plano completamente sem sentido - ele quer destruir e, ao mesmo tempo, dominar o mundo - seu personagem passa quase toda a projeção emitindo sons inaudíveis, e compondo expressões faciais dignas de um bom canastrão. O resto do elenco também está no mesmo nível de Butler, e nada faz para "salvar a pele" desse grande fiasco.
Se você ainda não viu, não perca seu tempo! Guarde o dinheiro pra comprar ovos de Páscoa, afinal eles estão saindo pelos "olhos da cara".


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.












01 fevereiro, 2016

Sério?


Deixe as coisas acontecerem sem ficar nessa aflição de que é preciso ter controle sobre tudo. BABY, ENTENDA. Na vida a gente SÓ tem controle sobre nós mesmos.

E, muitas vezes, nem isso.

Então...


Vamos voltar ao começo?

Essa é a pergunta que o amor faz aos amantes.

Poucos pagam o preço.

Mas ninguém falou que seria fácil, meu bem.

Recado mal educado



Aqui: quebra meu coração. Mói. Corta em 5 pedaços. Mas não fode com a minha playlist. Porque aí, meu amigo, a história vai ficar feia para o seu lado.

Repete!


Para de choramingar pelos cantos. Não há coisa pior na vida que autopiedade. Sacode essa cabeleira e repete: FOCO. FÉ. E PRÓXIMO.

Anda!


Devolva agora as frases bonitas que escrevi pra você!


Coisa séria


Escrever é assim: ou despe a alma, ou não desce pro play.

Apenas uma observação


Esse negócio de ser romântica e esperar demais dos homens ainda fode a vida de muita mulher. A frase é minha. E a decepção também.

Resgate



ps: eu fiz essa colagem e minha irmã digitalizou...

Saúde


Um brinde às nossas obsessões. E aos momentos divertidos que elas nos proporcionam.

Aviso



Um aviso: tome cuidado comigo. Porque agora que sei o que me é caro, não vou mais deixar barato.

Para não esquecer

Para seu governo, meu coração é anarquista.