29 maio, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler:
Porque imaginação não tem idade!



Para pensar:



Para ouvir:



Para hoje:

Está em BH? Então, cola lá!



A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Você que está em crise no casamento, não se preocupe! Quer colocar um ponto final nos desajustes e recuperar a relação? É muito simples, basta procurar um lugar onde esteja ocorrendo algum desastre natural, como tsunami, tornado ou terremoto. Acho que os roteiristas de filmes-catástrofe possuem uma ideia fixa com essa temática, e sempre colocam essas crises familiares como pano de fundo em produções desse gênero. Para não fugir à regra, eis que Terremoto: a Falha de San Andreas apresenta a mesmíssima estrutura e ainda tempera com um emaranhado de clichês e situações convenientes. Sinceramente, é demais pra mim!
A produção possui efeitos visuais incríveis, tudo muito bem estudado, projetado e super bem realizado. Mas esse é o único feito positivo do filme. Inclusive, o 3D é completamente desnecessário. O restante é um atentado à inteligência do espectador. O roteiro é algo inexplicável, de tão ruim. Tenho muita "preguiça" de histórias que elevam os protagonistas a um patamar superior ao resto dos mortais. Um exemplo: estão todos correndo para uma direção, mas a mocinha acha melhor ir para o outro lado, pois ela é sábia demais para acompanhar a massa. Aliás, eu nunca vi uma família tão sagaz, inteligente e forte como essa. Outro grande problema do roteiro são as conveniências. Logo no início do filme, a "menina-genial" tem uma conversa com o namorado de sua mãe sobre o prédio que ele está construindo. Do nada, ele diz que é o maior e mais resistente edifício de São Francisco. Não precisa nem ser muito perspicaz para imaginar onde será o abrigo dos protagonistas. Em outra situação, através de um boné, Dwayne consegue um avião novinho para pilotar. Isso realmente não dá para engolir.
O elenco não prejudica, nem acrescenta. Dwayne Johnson possui um carisma interessante, mas quando é exigido em cenas dramáticas, não convence. Fiquei com pena do Paul Giamatti, um excelente ator, que está ali apenas para explicar tecnicamente o terremoto.
San Andreas é mais um filme-catástrofe, ao estilo Roland Emmerich, que não mostrou a que veio. Uma pena!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.







25 maio, 2015

Homens Bons de conversa X Homens Bons de verdade


  
(você já aprendeu a diferença ou ainda está caindo nas lorotas que eles contam?)

Na minha leiga concepção, existem apenas dois tipos de homem no mundo: os que fazem você se sentir bem e os que fazem você se sentir um lixo. É simples assim. Quando você sai com um cara que te faz se sentir bem, você volta pra casa feliz, radiante. E com o humor nas alturas. Quando você sai com um cara que te faz se sentir um lixo, você chega em casa aos trapos. Com um desassossego que não te deixa. E com um vazio que ninguém explica. Entendam: a noite pode ter sido incrível. Mulheres inteligentes sabem que noites incríveis nem sempre rendem dias-seguintes igualmente incríveis. E é bem aí que eu quero chegar. Primeiro, não somos inteligentes de imediato quando se trata de paixão, química. E pele. Somos românticas (embora, disfarçadamente) e carentes. Segundo, não temos bolas de cristal, não sabemos se o cara se acha a última bolacha do pacote, se ele é um mentiroso nato, se ele vai abrir a porta do carro e depois se mostrar o abominável homem das neves dentro de uma calça Diesel. A verdade é que quando a gente sai a primeira vez com um cara, nunca sabemos ao certo como vai ser. Ou como o moço realmente é.

Mas como estou ficando uma quase expert no assunto, resolvi dar algumas dicas para ajudar a vocês (e a mim) a decidir se vale a pena - ou não - arriscar. Já decretamos, por unanimidade, que um cara que te faça se sentir um lixo deve ser removido do planeta. E deletado das nossas agendas de telefone. Se você perceber alguns desses sinais antes de encontrar a figura, fique atenta! Eu, particularmente, prefiro passar um sábado à noite em casa, lendo um bom livro, a sair com um cara que me faça sentir mal comigo mesma depois. Pra ajudar a saber se o encontro foi bom, preste atenção no seu tom de voz quando suas amigas perguntarem: e aí, como foi? Se você inventar alguma mentira pouco convincente, a situação não está nada boa. Mas se você nem ao menos quiser tocar no assunto, minha amiga, você teve um encontro no qual você se arrependeu. Sinto dizer. Pode ter sido ÓTIMO, mas você está arruinadamente arrependida. E sem aquele papo furado de dizer que “antes se arrepender do que fez a não se arriscar”. Para com isso, gente! Não temos mais 15 anos. Essa frase não combina com quem está chegando ou já passou dos 30. Combinado? Então vamos lá: se o cara mencionar que tem namorada, que estão dando um tempo ou derivados, FUJA. Por mais lindo que ele seja, não vale a pena. Grifem: NÃO VALE UMA NOITE SEQUER PERDIDA. A expressão que ele fizer quando o celular dele tocar e ele não atender, vai te fazer se sentir a pior das criaturas. Claro, meu bem, poderia ser VOCÊ do outro lado da linha recebendo um END do tamanho da falta de noção dele.

Confesso que realmente não consigo. Sou solidária com as mulheres, mesmo que a maioria não haja assim. E estou sendo sincera. Acho bem legal isso em mim e espero que esse texto sirva de inspiração pra outras garotas fazerem o mesmo: não vamos fazer com os outros o que não queremos que façam com a gente. Certo? Então, mande esse cara pastar e arrumar outro tipo de diversão!

Outros sinais importantes que enumerei juntamente com minhas amigas via whatsapp, enquanto elas trabalhavam seriamente e eu escrevia essas abobrinhas:

- Não saia com um cara que tenha compromisso com outra garota. Lembre-se que essa garota poderia ser você. E não esqueça da lei do karma: a “coisa” volta pra você triplicado. (Alguém precisa disso na vida?)
 - Não saia com caras que contem vantagem demais, que usem o termo “amigo pessoal” de alguma celebridade e que perguntem qual a marca do seu jeans. (Acreditem, isso existe!)
- Não saia com caras que te chamem de gorda ou mencionem defeitos físicos nos primeiros encontros. (Imagina o que um ser humano desses vai falar quando você estiver na TPM!).
- Não saia com indivíduos que achem bonito maltratar animais.
- Não saia com caras indecisos sexualmente.
- Não saia com caras que te deixem no “vácuo”.
- Não saia com caras agressivos, briguentos, arrogantes e sem-educação. (Isso é óbvio, mas não custa lembrar!)
- Não saia com caras que digam: “Vê se não some"...
- Não saia com seres que não respondam suas mensagens, emails ou telefonemas.
- Não saia com homens que roubem seu troco do Mac Donalds.
- Não saia com homens que acham que estão te fazendo um favor.
- Não saia com homens pão-duros. Homens pão-duros com dinheiro acabam sendo pouco generosos até sexualmente. (E disso a gente está correndo!)
- Não saia com caras que insinuem coisas desagradáveis a seu respeito.
- Não saia com homens que façam uso de drogas pesadas.
- Não saia com homens que falem mal da própria mãe.
- Não saia com homens que tenham um cabelo à la Roberto Justus.
- Não saia com playboys que acham que a vida se resume ao próximo feriado.
- Não saia com homens que queiram tirar qualquer vantagem de você (emocional ou financeira).
- Não saia com homens que dizem que toda mulher é interesseira.
- Não saia com nenhum mané que diga que você não pode se apaixonar por ele, nem levá-lo a sério.
- Não saia com homens que não tenham senso de humor.
- Não saia com homens que se dizem confusos e tenham "medo de se envolver".
- Não saia com homens que dizem estar correndo de compromisso. (Sim, amigo, nós é que estamos correndo de você!)
- Não saia com homens que falam muito de si mesmo e nunca te escutam.
- Não saia com caras que se preocupam só com a forma. E esquecem o conteúdo.
- Não saia, em hipótese alguma, com caras que te façam ter dúvidas sobre a mulher sensacional que você é. Nada menos que isso será permitido.


Amigas, homens não são todos iguais. Têm muita gente bacana por aí, só não vale perder tempo com caras que não sabem valorizar as oportunidades que tem!



 ps: o mesmo serve para as mulheres, tá?

22 maio, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler: 
Para quem dar uma filosofada e pensar como andam os relacionamentos hoje em dia, indico:




Agora, se você quer dar umas risadas e esquecer da peleja do dia-a-dia:



Para pensar:






Para inspirar:




Para não esquecer...






Sex-Tha

Pessoal, abrimos um novo espaço aqui no SEX-THA: mande sua pergunta relacionada à sexo e comportamento que nossa colunista Thaís Mytie vai responder vocês: thamytie@gmail.com. Beijos e até sexta que vem!



Thais Mytie (@thamytie) body piercer, apaixonada por todo tipo de arte, rock n roll e animais. Interessada por difundir e desmistificar as polêmicas do SEXO!


Wal: falando de moda


Hoje eu quero contar sobre a Maison Gless, que fica em Volta Redonda, Rio de Janeiro.
Um espaço dedicado à moda e ao glamour, antes de ser uma loja! Pra vocês terem uma idéia, a Gless conta com uma biblioteca de moda, onde os estudantes vão fazer pesquisa...gente, isso não é o máximo?








A Gless vende coleções assinadas por estilistas conhecidos e marcas exclusivas, entre elas: Agilità, Arte Sacra, Corporeum, Cosh, PatBo, Patricia Bonaldi, Raquel de Queiroz, Victor Dzenk e Vivaz, desde moda contemporânea, moderna e clássica como também moda festa.












Tem também uma coleção de Barbies que foram penteadas e vestidas de acordo com seus criadores, cabeleireiros e estilistas.



O espaço conta com copeira, manobrista, segurança...tudo para proporcionar o bem estar dos clientes! E já virou tradição, todas as sextas feiras, o Chá da Gless, com o bolo de banana que já faz parte da história desse lugar fantástico! O que eu acho incrível é essa preocupação, esse cuidado dos sócios: Julio Monteiro, Fernanda Monteiro e Aline Aragão, em proporcionar todo esse glamour a quem escolhe a Gless para fazer suas comprinhas!!
Que privilégio respirar esse ar de aconchego e sofisticação, que delicia participar desse chá e dividir com pessoas queridas esses momentos de puro relax...um spa para a mente!
será que podemos sonhar com um espaço Gless em BH? Tomara que sim...

Um beijo e até semana que vem, queridos!

Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central. 










A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Amor, cumplicidade, família, mudanças, filhos, perda, tristeza, recomeço. Assim podemos resumir o intenso e maravilhoso Alabama Monroe. A produção belga, indicada ao Oscar de filme estrangeiro em 2014, conta uma história de vida que ficará, por muito tempo, marcada em seu coração.
Embalado por belissimas canções de bluegrass (uma espécie de country melódico e compassado), o longa ainda nos brinda com uma linda fotografia que utiliza tons suaves, densos e até uma inédita inserção de imagens em negativo. A atuação do elenco é outro grande destaque. O amor, a dedicação e a dor que une a família de protagonistas é apresentada de forma palpável, extremamente convincente e emocionante.
Alabama Monroe mostra a vida de Didier (Johan Heldenberg), um músico ateu, que canta nos bares da cidade e vive em um trailer. Sua vida sofre uma grande mudança quando conhece Elise (Veerle Baetens), uma tatuadora repleta de histórias mal sucedidas marcadas em seu corpo. Linda e alegre, possui uma visão mais espiritual do mundo. O nascimento da filha do casal, e os desestruturantes fatos subsequentes colocam esse relacionamento à prova e revelam características, fraquezas e sentimentos ocultos de cada um.
Contado de forma não cronológica, o filme intercala de forma muito eficiente as cenas, sempre procurando contrapor sentimentos antagônicos como recurso narrativo. Por exemplo, em um momento presenciamos a total desesperança de Elise, para na cena seguinte mostrar seu entusiasmo com algum fato de sua vida.
Alabama Monroe é um filme incrível, extremamente triste e que fecha sua jornada com a cena final mais linda e poética dos últimos tempos. Imperdível!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.















E vem novidade por aí! Uma parceria do @cinediario e da @cineart_oficial e @fernandacmello! Sigam a gente no Instagram e aguardem as promoções e surpresas!





21 maio, 2015

Morte ao romantismo!




AMOR ROMÂNTICO É O QUE FODE TUDO. Desculpe o termo, mas não consigo achar outro verbo que se encaixe tão bem. Pois então. Amor romântico não quer dizer dar flores e essas viadagens que a mulherada adora (eu, incluída). Amor romântico é idealizar o outro. É pintar a realidade de rosa. É achar que SÓ seremos felizes com aquela pessoa. Bom, podemos até ser, mas nem todo dia. Relacionamento é uma delícia, mas tem dias que dá vontade de largar tudo e sair correndo. Verdade ou mentira? Minha única conclusão disso tudo é: não existem contos de fadas, pessoa ideal, nem alma gêmea. NÃO EXISTE! Então, escolha uma pessoa que você admira lá no fundo... Aquela pessoa que você poderia ficar horas e horas só conversando... Aquela pessoa que te emociona quando você olha para a foto dela, não porque ela é linda de morrer, mas porque ela tem um mundo de virtudes por dentro (apesar de todos os defeitos). Esqueça essa ideia de que casamento completa, que precisamos viver em pares. Amar, em minha opinião, é a melhor coisa do mundo e a que traz mais aprendizados, mas... Estar junto só pra não ficar sozinho é coisa de gente covarde. E, obviamente, taí uma coisa que ninguém quer ser. Ou quer?

foto: Alessandra Duarte

18 maio, 2015

Que filme a gente seria?




Difícil começar a escrever sobre temas que anotei na minha lista de “crônicas para se pensar”, quando só uma coisa me vem à cabeça. Você. É, você.  Você e seu jeito de me olhar quando eu abro a porta de casa. Você e suas blusas Hering sempre iguais. Você e seu jeito de mudar o canal cem vezes por minuto. Você e seu jeito tosco que às vezes me irrita. Você e suas manias engraçadas que me fazem rir. Você e seu coração que quase te engole. Você e seu jeito investigativo de olhar para o mundo, como se tudo fosse um filme. Achando planos. Ângulos. Luzes. Sombras. E me enquadrando no meio de tudo. 

Nessas horas, te olho e penso: que filme se passa quando você NOS vê? Que filme te lembra quando você ME vê? Seria eu uma das mulheres loucas de Almodóvar? Uma neurótica com ares novelle vogue, bem Woody Allen? Ou – quem sabe?- surgiríamos das telas lisérgicas de Kubrick, surpreendendo a nós mesmos, com atitudes e tons que teoricamente nunca teríamos? 

Mas... Não. Não seria assim. No máximo, Agnes Varda te serviria de inspiração (gosto de pensar que você me acha maluca, mesmo tendo consciência que isso te assusta). A verdade é que tudo em você é original demais. Sua mente é intensa e infinita e eu adoro pensar nas imagens que dançam em sua cabeça. (Logo eu, que penso SÓ com palavras). 

Aposto que agora você está imaginando: como seria o NOSSO filme? Bom, tenho uma coisa a dizer. A história é nossa, mas a direção é sua. Sempre foi, desde que te conheci. E eu te sigo,sigo... Produzo o que não existe, crio diálogos intermináveis, 
mudo o roteiro a toda hora. E tenho que confessar, mesmo tendo a lua em Áries (coisa de quem não aceita ordens): eu GOSTO disso. Gosto que você dirija. O carro. O ritmo. A ordem. A viagem. A relação. Porque, vamos ser sinceros... Se fosse eu a diretora dessa história, nosso longa-metragem seria um curta (já que nunca fui dada a grandes experimentos). Mas você me mostrou que faz parte acreditar. Amadurecer. Ter paciência. Relevar. OK. Vale conhecer o enredo. Vale apagar tudo e recomeçar. Vale rebobinar e rever.  Vale apertar o pause e tentar. Não é assim? Por isso, antes que esse texto vire um emaranhado de metáforas baratas de cinéfilos, vou improvisar e dizer sem pensar (porque ambos sabemos que esse é um dos meus hobbies preferidos e meu “quase talento”): te deixo nos guiar, se você, por sorte, me deixar escrever. O roteiro é meu. Mas a direção é sua. Adivinha só o final que eu reservei para nós?




A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende


Um grande espetáculo visual. Esse é o principal atrativo do blockbuster Os Vingadores: A Era de Ultron. Dispondo de recursos mais modernos, o longa usa e abusa dos efeitos visuais, nos brindando com um festival incrível e empolgante envolvendo o Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Thor, Gavião Arqueiro, Viúva Negra e outros novos integrantes apresentados ao longo da projeção.
Muitos consideram A Era de Ultron o melhor de todos os filmes envolvendo os heróis da Marvel.


 Eu discordo e o acho inferior ao primeiro longa da saga. Na verdade, acredito que fui com muita sede ao pote e a água disponível não era capaz de cessar a minha sede. Mesmo assim vou citar alguns motivos que me fazem pensar que esse segundo Vingadores não é tudo isso que estão dizendo:
1) O vilão Ultron não possui nem metade do carisma e magnetismo de Loki, vilão principal do longa de 2012. Além disso tenho preguiça de vilões que não são de carne e osso, pra mim perdem impacto. 
2) A Era de Ultron sofre com um pequeno problema de ritmo. O filme apresenta cenas super empolgantes que são quebradas na sequência por longas cenas paradas, prejudicando a intensidade da produção.
3) Sinceramente não vi nenhuma vantagem no 3D, tornando-se um investimento desnecessário.
4) O filme trata de vários temas como poder, inteligência artificial e disseminação de informações pela internet, mas não se aprofunda em nenhum deles tornando o roteiro vez ou outra confuso.
5) O filme não tem o senso de humor, que foi um dos grandes destaques do primeiro Vingadores.
Os pontos positivos também são vários. Um deles é valorizar e contar de forma mais minuciosa a história de todos os personagens que compõem os Vingadores. Esse recurso, utilizado através do poder da gêmea (nova personagem) - que é capaz de ler a mente - nos faz conhecer os conflitos internos e as motivações dos heróis. 
Para quem não conhece, a história mostra um novo Sistema de Inteligência Artificial criado por Tony Stark que cuidaria da paz mundial. O projeto acaba dando errado e gera o nascimento do Ultron (voz de James Spader). Os Vingadores terão que se unir para mais uma vez salvar o mundo da nova ameaça.

CONCLUSÃO
Gostei do filme, mas esperava mais!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.









14 maio, 2015

Sensata até a página 11


 

Apesar de ser emocionalmente extenuante, eu nunca vou me cansar dessa coisa de sentir e escrever. De me remoer e ter que me transformar em letras.  E sabe o que é melhor? Eu não preciso de coragem pra me apaixonar. Não por alguém (isso anda difícil e perigoso). Mas me apaixonar por alguma coisa, seja lá qual for. Eu me apaixono e pronto.  Porque eu preciso de paixão para escrever. E se não tiver paixão, eu invento. Sempre.
Antes – bem antes  - eu me apaixonava por pessoas. Loucamente. Depois vi que não dava certo. Inventar amar os outros para escrever é a coisa mais perigosa do mundo. Não para os textos, que ficam pra lá de sentimentais. Mas para mim. E para os objetos da minha paixão: meus personagens que, na vida real, não sabiam se eram letras. Ou gente de verdade. Agora parei com isso. É tudo bem às claras, para não ferir ninguém.  Mas às vezes, muitas vezes, dá merda.



fotos: Alessandra Duarte

11 maio, 2015

Entre o amor e eu


O amor não pede licença. Eu peço. E entro na sua vida com toda a educação e cara de pau do mundo, ocupando espaços, e virando tudo de cabeça para baixo. O amor bagunça tudo. Eu também. E te vejo no meio da corda bamba, equilibrando sua alma livre e seu jeito organizado de ser. Cara, me encontrar pode ter sido a melhor – ou pior coisa da sua vida. Um dia você me dirá. Ou te direi eu, nunca sabemos, ao certo, o amanhã. Só queria confessar, de um jeito muito simples, o que tentei escrever no começo desse parágrafo e não consegui. O amor se reconhece. Eu também.

foto: Alessandra Duarte

08 maio, 2015

Com que letra eu vou?



Para ir:
É amanhã!





Para pensar:



Feliz Dia das Mães:



Sex-Tha

Ménage  - Quebrando Tabus-

Ménage à trois, ou simplesmente ménage é uma prática em que o sexo envolve três pessoas, um casal e um convidado ou três pessoas solteiras independentes, é uma forma que casais e curiosos no geral arrumaram de fugir da rotina do sexo ou simplesmente para apimentar a relação. Você com certeza já ouviu falar algum dia ou conhece alguém que já tenha feito.  Hoje vamos esclarecer algumas duvidas sobre o assunto e entender o porque não é um bicho de sete cabeças ou uma putaria de fim de noite.
Bom, para começar vamos focar no prazer e na experiência que o ménage proporciona para você e para os outros. É sempre bom conversar com seu parceiro sobre as preferencias e possibilidades, ambos tem que estar confortáveis com a situação, NUNCA em hipótese alguma, faça para agradar o outro ou como uma tentativa de salvar um relacionamento.
No caso de um casal, nunca se deve escolher alguém que um dos dois já tiveram algum envolvimento emocional, isso não só pelo ciúmes que pode aparecer depois e complicar a relaçao, mas pelo fato de expor sentimento num momento em que só o sexo deve prevalecer . Outra ponto é você ter consciência de suas limitações sexuais, se você não for bem resolvido sexualmente, talvez seja melhor repensar antes de tentar algo diferente.
Na hora do ménage vale sempre lembrar que são três pessoas envolvidas, não deixe seu parceiro de lado ou o convidado sem saber o que fazer, a interação tem que ser no mesmo nível para que os três saiam satisfeitos dessa experiência ok? E por fim, confiança e intimidade são os pontos principais para que o ménage role bacana e sem desprendimento algum, deixe que o tesão guie vocês e a experiência será incrível!

Obs: Sempre rola aquela pergunta persistente e chata :
-Mas e se meu namorado (a) manter um caso com ele (a) depois?
 Resposta:
-Amigo (a) , como você tem um relacionamento com uma pessoa que não confia?
# BJOTCHAU #VLWFLW

É isso galera lienda! Aproveitem a SEX THA e abram suas mentes! beijããããão
Qualquer duvida, opiniões e críticas no email: thamytie@gmail.com
E deem sugestões para a próxima SEX THA!
Beijão!




Thais Mytie (@thamytie) body piercer, apaixonada por todo tipo de arte, rock n roll e animais. Interessada por difundir e desmistificar as polêmicas do SEXO!


Wal: falando de moda

Hoje vou dar uma dica de uma loja incrível, que agora tem e-commerce: a Luana Jardim.
Cada sapato lindo, com acabamento impecável. A arte está estampada em cada modelo e a exclusividade Luana Jardim é o que difere: você nunca verá um calçado como o dela por aí. Fui ao lançamento do seu e-commerce, em um evento chiquérrimo no Museu de Moda em BH, que contou com uma homenagem à 12 mulheres marcantes em Minas, incluindo nossa queridona Fê Mello. Semana que vem farei a cobertura completa do evento aqui no blog. Foi muito glamouroso e divertido: gente bonita, música boa e sapatos que são como verdadeiras joias.

Para não matar de curiosidade, aí vão alguns modelos:




Amaram? Então aguardem que semana que vem mostraremos o que rolou no evento:  sapatos de babar, quem vestiu o quê, além dos bonitos e bonitas que fizeram a noite.

Um ótimo final de semana para todos! Um beijo grande para todas as mamães!



Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central. 










A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Inadmissível a ausência de Jennifer Aniston no Oscar 2015. Com uma atuação impactante e repleta de camadas, a atriz simplesmente carrega nas costas o convencional (e um pouco entediante) Cake: Uma Razão para Viver. A performance de Aniston é infinitamente superior à de Reese Whiterspoon em Livre e Felicity Jones em A Teoria de Tudo, ambas indicadas na categoria de atriz principal.
Vou procurar não passar muitas informações sobre a história, pois esse é um filme em que as causas e circunstâncias são reveladas de forma gradativa, em doses quase homeopáticas. O que posso dizer é que Jennifer interpreta Claire, uma mulher amarga, ácida, repleta de cicatrizes no corpo, na alma e que convive com uma terrível dor física. Viciada em remédios, ela passa a participar de um grupo de auto-ajuda, onde convive com outras mulheres que também convivem com dores. Logo na primeira cena descobrimos que uma das integrantes não suportou a barra e pulou do alto de um viaduto. Interessada na história da suicida, Claire aproxima-se do viúvo e do filho do casal, iniciando uma história cheia de descobertas.
Como disse anteriormente, o grande destaque aqui é Jennifer Aniston. Completamente desprovida de vaidade, ela imprime uma dor tão intensa em suas expressões, que esquecemos se tratar da atriz que contruiu sua carreira em comédias românticas açucaradas. A composição de Aniston é tão rica, que toda a sua estrutura fisica e psicológica (fora de forma, agressiva, amarga) são justificadas pela dor que passou a ser parte integrante de seu corpo e de seu cotidiano. O resto do elenco está funcional, com enorme destaque para grande atuação de Adriana Barraza como Silvana, a fiel escudeira de Claire.
Cake é um filme convencional, extremamente lento e que não possui um elemento principal de conflito. É um filme que acompanha o triste cotidiano de uma mulher que está em busca de uma razão pra viver e que se não fosse pela atuação soberba de Jennifer Aniston, passaria despercebido.

CURIOSIDADE
Quando os créditos finais estiverem "subindo", observe a ótima versão da música Halo de Beyoncé.


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.







07 maio, 2015

Derramando palavras como se fossem vinho (sim, o título diz tudo)

Eu só queria te lembrar uma coisa: eu estou para muitos. Mas sou para poucos.

E é preciso ter alguma coisa diferente no olhar para mexer comigo hoje em dia. Porque é raro alguém me fazer escrever, sem inventar personagens. Antes, era fácil. Agora, não.

Mas aqui, nesse momento, noite de quinta-feira, olhando para a tela em branco: sou eu.

Eu, do jeito que é minha verdade (e que pouca gente conhece); cara limpa, arte na ponta do nariz, bagunças fazendo refrão.

Aí chega você.

(...)

E sorri daquele jeito bonito que me desarma (Ah,  sorrisos são sempre o que fodem!). E eu tenho vontade de escrever um texto muito foda e muito bonito para ver se cola.

Para ver SE VOCÊ COLA.

E fica.

E eu tento. Tento... Desmancho. Invento. Derramo palavras como se fossem vinho. E bebo. O que poderíamos ser. Ou o que já somos, sem querer.

(Será?)

E, do nada, me vem um lampejo estranho, daqueles que - por sensatez - eu jamais deveria expor: não seria bacana se você também pensasse em mim dessa maneira? E rolasse aquela sincronia, igual às de filme, onde as duas pessoas pensam uma na outra, no mesmo instante?


(...)

É, moço.

Agora complicou.


ps: texto inspirado nesse clipe/música.








04 maio, 2015

Homem ideal existe!

 


Ok, sei que vocês leram o título e já se assustaram. Afinal, estamos cansadas de saber que príncipes e princesas encantadas não pertencem ao mundo real (graças ao bom Deus, senão a vida seria um tédio!).

Mas conversando, ontem, com uma amiga sobre o assunto, chegamos a uma estranha conclusão: HOMEM CERTO EXISTE, SIM! E isso, obviamente, também cabe para as tais "mulheres ideais".

O que a gente esquece - talvez por romantismo ou por ter assistido novela demais - é que existe o homem certo PARA CADA MOMENTO.

Entenderam?  Então, vamos lá! É tudo uma questão do que você PRECISA em determinada ocasião. Aí você para e me pergunta: e o que o AMOR tem a ver com isso? Tudo, eu diria. Porque NÓS AMAMOS, assim como já disse Rubem Alves (de forma bem mais bonita que eu), "o nosso próprio reflexo estampado no outro". Trocando em miúdos: AMAR É A MELHOR TERAPIA QUE EXISTE. Quer saber como você anda por dentro? Reflita sobre o amor que você tem. Ou procura por aí.

Pode ser uma descoberta maravilhosa. Ou não. Você pode perceber que seu "homem ou mulher ideal", na verdade, está te impedindo de ser ou fazer o que você quer na vida  (pelo menos, inconscientemente). Porque a gente se acha destemida. Corajosa. Uma verdadeira ninja de rímel e delineador. Mas, a verdade? A gente morre de medo! A gente tem medo de sofrer. Medo de perder a liberdade. Medo de ser feliz. Medo de se conhecer melhor. Medo de enfrentar nossos medos...

Portanto, cheguei a uma conclusão simples. Cada vez que seu "homem ideal" surgir, minha amiga, pense. Repense. Olhe para dentro de você. Se vire do avesso. E tire suas próprias conclusões.

Ou você acha que vai ser perita em homens errados para sempre? Ah, sinto dizer... Não existe homem errado. Erradas somos nós! Ou eu, no caso, que não soube identificar, no momento, que determinado cara apareceu no meu dia SÓ para tampar um buraco: O DO MEDO. Medo de não ser boa mãe. Medo de ter uma família infeliz. Medo de perder a minha preciosa e deliciosa liberdade.

Complicado? É, admito que escrever é mais fácil que viver. Mas a notícia boa é que, se você se conhecer bem, se respeitar, se investigar e se amar pra caramba, você pode atrair, para sua vida, "seu homem ideal do momento".

E, depois de um tempo, como diz um filme que vi por aí, você pode tirar a expressão "DO MOMENTO". E ser "feliz para sempre", mesmo sabendo que o "para sempre" também é apenas uma mera expressão.