19 junho, 2015

Com que letra eu vou?




Para ler:
Já comecei, estou amando!



Para inspirar:



Para ouvir bem alto:



Para pensar...



Para arrasar no final de semana:
Para acordar bonita, nada melhor que dormir com uma super camisola. Escolhemos essa da @bemtequerobem (IG), que agora está aceitando o pagamento com cartão de crédito! Iupi! Para curtir a fanpage: https://www.facebook.com/bemtequerobem

Camisola Florabella, da coleção Outono ìntimo! 

Para dar um "up" no look: 
É com muita alegria (e pulseiras!) que venho comunicar a nossa mais nova parceria: a Loja But Le (insagram: @lojabutle e facebook www.facebook.com/lojabutle). São peças lindas e super diferentes, para dar aquela incrementada no look! Como me visto normalmente bem básica, acho fundamental um bom acessório (e uma boa make) para ficar com um visual bacana. 
Então, primeiro, quero mostrar a peça escolhida da semana, que, na verdade, são várias peças que combinam entre si e dão esse resultado suuuuper gypsy: PULSEIRAS, MUITAS PULSEIRAS! Eu sou total adepta do "pulserismo" e vou mostrar isso (entre outras coisas) nas próximas semanas.... Aguardem!  


 E, pra terminar, gostaria de agradecer à Bruna da But Le e avisar para a mulherada: CORRE QUE TEM SORTEIO NO INSTAGRAM: @fernandacmello



Wal: falando de moda

Separei alguns itens para deixar seu guarda-roupa mais fashion apenas com acessórios. Vamos lá?

 - ÓCULOS FASHIONISTA













-  MAXI COLAR













- BATOM VERMELHO 











-  BOTA OVER THE KNEE


- BOLSA DE FRANJA








Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central. 






A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Estreou ontem o filme Lugares Escuros, adaptação de mais uma obra de Gillian Flynn, a nova estrela da literatura mundial. Responsável por Gone Girl, material que gerou o espetacular Garota Exemplar, a autora mais uma vez promove um estudo sobre a interiorização do mal no ser humano. Se no filme estrelado por Rosamund Pike o mal era encubado e forjado, em Lugares Escuros a temática fica explicitada e discute-se até sua inerência ao homem. Estrelado por um excelente elenco, incluindo Charlize Theron e Chloë Grace Moretz, Lugares Escuros é um bom suspense, prejudicado pela narrativa recortada que atrapalha a linearidade da projeção.
 Ou seja, o filme vai e volta no tempo um pouco demais, perdendo muito de seu impacto. Como disse anteriormente, o elenco é o grande destaque desse longa obscuro, enigmático e com uma temática muito difícil de ser digerida. A maravilhosa Charlize está muito bem na pele de uma mulher amarga, desiludida e que vive presa a um passado traumático. O restante do elenco compõe muito bem o arco dramático, com destaque para a ótima Chloë (diferente de tudo que você já viu) e uma grande revelação chamada Tye Sheridan. O garoto compõe brilhantemente um personagem arredio, anti-social e enclausurado dentro de si mesmo.
A fotografia densa e escura serve de peso para uma história intrincada e repleta de reviravoltas.
Para quem não conhece, o filme conta a história de Libby Day (Charlize Theron), uma mulher traumatizada pelo assassinato de toda a sua família, quando ela ainda era uma criança. Com o irmão preso há 28 anos pelo crime, Libby sempre viveu sua vida às custas da repercussão que que o assassinato teve na mídia. Recebendo doações de anônimos caridosos, certo dia é abordada por uma sociedade secreta, especializada em investigar crimes não resolvidos. Certos que o irmão de Libby não é o verdadeiro culpado, eles a convencem a relembrar sua tragédia familiar e a fazem partir para para confrontar todos aqueles que fizeram parte de seu passado.
Lugares Escuros é um filme cru, denso, com uma temática indigesta, mas irregular em alguns aspectos.



Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.














E as promoções continuam, parceria do @cinediario e da @cineart_oficial e @fernandacmello! Sigam a gente no Instagram e aproveitem: TEM SORTEIO NO IG DO @CINEDIARIO!


18 junho, 2015

O QUE VOCÊ QUER LEVAR DESSA VIDA?



Os ponteiros acusam: a hora escorre pelos dedos. A terra gira mais rápido. As folhinhas do calendário viram depressa demais. Quando percebemos, no caos que nos rodeia, estamos no meio de um plano inacabado, com a ansiedade no colo (e uma lista interminável de insatisfação nas mãos). O resultado? Ansiedade! E uma aflição no peito que não nos deixa parar.

Queremos ser mais rápidos. Mais produtivos. Mais felizes. Mais jovens. Mais conectados. QUEREMOS SER MAIS SEMPRE.

A verdade é que não há nada de errado em se aperfeiçoar, muito menos em querer ser melhor. A vontade vira problema quando nos tornamos vítimas da nossa própria pressa. E a ansiedade, ao invés de mola, se torna fardo diário na vida da gente. Estou errada? Creio que não. Tudo ficou fast, gostando ou não do termo. O novo se torna obsoleto em questão de meses. Surgem versões atrás de versões, upgrades diários, tanta novidade que a memória não consegue lembrar o número do nosso próprio telefone.

E a gente passa a vida correndo. Calculando. Somando. Tentando. Esquecendo que, no fundo, a vida é um grande clichê, e as coisas que REALMENTE fazem diferença são muito simples.

Vejam meu próprio exemplo: anos atrás, conheci um vendedor de picolé na praia, enquanto ele fazia seu habitual trajeto de venda. O dia estava lindo, o mar tinha uma cor verde-esmeralda incrível, e ele perguntou, bem de repente, enquanto eu admirava a paisagem: “Menina, no fim, o que a gente leva dessa vida?” Fiquei sem saber o que responder, afinal não estava preparada para uma pergunta daquelas. E ele mesmo se solucionou, com aquele ar de quem está apenas pensando alto: “É, a gente só leva lembranças...”

Pronto! Dez anos de terapias poupados. Não quero levar dessa vida uma lembrança que inclui cara feia, trânsito infernal, buzina, palavrão, correria e uma pressa desvairada. Não, não quero. Não quero faltar a aniversários, a encontros com amigos, esquecer abraços, me faltar como pessoa por pura falta de tempo. Quero levar, como lembranças, todas as coisas simples que eu considero essenciais: Amores. Risos. Beijos. Abraços. Alegrias. Realizações. Palavras. E aquele sentimento de que não vivemos e, sim, desfrutamos a vida. E, para DESFRUTAR, não existe pressa.


17 junho, 2015

Passe Livre

Coluna Igor Pereira




SOBRE AMIGOS

Gente, esses dias tava pensando que durante toda a nossa vida, acolhemos vários papeis: somos filhos, irmãos, pais, esposos, namorados, vizinhos, colegas… amigos. Cada papel desse citado acima tem suas “lindezas”, pormenores e problemas também. Talvez, sem esta grande teia afetiva, nossa vida tornar-se-ia vazia. Para cada época, assumimos um papel e ao longo do tempo tudo vai se transformando e penso que o único que permanece intangível é o amigo. Há que se perguntar: o que é um/a amigo/a na vida da gente? Amizade boa é rara e eterna! Os anos passam, mudamos sonhos, aglomeramos histórias, experiências e ensinamentos. E com um amigo de verdade, somos sempre os mesmos. Não há como negar! Amigo é pedaço importante dentro da gente. Ainda mais quando a amizade foi construída na época da escola, quando estávamos descobrindo o mundo a nossa volta. Amizade é árvore que brota, cresce, floresce e frutifica. Como é bom descansar num amigo. Ele é um regaço acolhedor. E quando estamos com problema, sua presença nos reconforta. Amigo gargalha gostosamente com nossas alegrias e carrega o fardo conosco. Nesse primeiro post falo de amizade, porque outro dia, estava conversando com um grupo de amigos de infância e recordamos tanta coisa boa. O mais engraçado é que todos tomaram rumos “muito” diferentes daqueles planejados na nossa tenra idade. Quando conversamos, retornamos para nossa infância, saudosos. Parecemos àquelas crianças sentadas na escada da escola São José, sonhando com os encantos do futuro. Realizamos todos os sonhos? Quem nos dera! Eram tantos os sonhos. E mesmo há milhares de quilômetros de distância, seguimos unidos, corrigindo a vida, aprendendo com os tropeços. Até porque amigo que é amigo é nossa segunda família, né?! Como diria Quintana: amizade é um tipo de amor que nunca morre. É… não morre nunca! Amigos? Irmãos? Nada disso! Somos mais do que a compreensão humana pode entender.


- Igor Pereira
Instagram: @igor.pereira_
Instagram do Blog: @apenasaonotasderodape
Blog: apenasaonotasderodape.wordpress.com

12 junho, 2015

Com que letra eu vou?




Para começar:


Para inspirar:






Para não esquecer...




Wal: falando de moda

Existe uma griffe brasileira, da cidade de Divinópolis - MG que eu simplesmente amo: A The Best, que  lança a coleção Outono/Inverno 2015 com muita irreverência e ousadia. Sempre focada no mundo fashion, a marca traz sua coleção ilustrada por elementos exóticos, a combinação do branco e preto trazem luxo ao look clássico e contemporâneo. Detalhes valorizam as formas tornando ainda mais charmosa cada peça criação! Puro charme e elegância! Parabéns ao meu queridíssimo Ivan Francisco...talento sem fim!

 Para saber mais, acessem: www.thebestbrand.com.br e/ou www.facebook.com/thebestbrand






Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central. 










A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

22 anos se passaram, desde que um fascinante e empolgante universo nos foi apresentado. Mesmo com recursos visuais da década de 90, Jurassic Park conseguiu reproduzir, com uma perfeição inacreditável, animais jurássicos de várias espécies, tornando-se até hoje uma grande referência. Como tudo que é bom gera frutos, o filme acabou virando uma franquia, com duas continuações de gosto duvidoso. Eis que 14 anos depois do péssimo terceiro capítulo, chega aos cinemas Jurassic World. O resultado? Meio lá, meio cá! Um programa super divertido, não mais que isso. É impressionante como, mesmo depois de tantos anos e com inúmeros recuros tecnológicos disponíveis, nenhuma das continuações conseguiu chegar aos pés do filme de 1993.
Jurassic World possui muitas qualidades, dentre elas conseguir construir uma excelente atmosfera e uma densidade crescente de tensão. Outro ponto interessante é a apresentação da estrela principal do filme, o Indominus Rex, que aparece aos poucos, gerando um impacto muito positivo quando surge com toda sua magnitude e ferocidade. Além disso, a maravilhosa trilha de John Williams também está presente, dando sustentação para as cenas onde é orquestrada. O destaque do elenco é Chris Pratt, bem no papel de um ex-soldado da marinha que supervisiona um estudo com raptors.
Infelizmente, os problemas também se apresentam em grande quantidade. Jurassic World apresenta um roteiro fraco e infundado, tanto nas explicações científicas, quanto no desenvolvimento da trama. Além disso, o elenco não consegue sustentar o arco dramático do filme, entregando atuações caricatas e rasas. A atriz que interpreta a gestora do parque está completamente fora do tom, construindo uma personagem artificial. Os irmãos, que estão no filme como uma "ferramenta" para nos mostrar as atrações do parque, não apresentam cumplicidade e não convencem. A tentativa de eleger um vilão e a construção de um romance piegas entre os protagonistas, também podem ser consideradas falhas da produção. O final exagerado, repleto de reviravoltas sem sentido, coroa a irregularidade de um longa que tinha tudo para ser excepcional. O saldo é positivo, a diversão garantida, mas podia ser muito mais!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.















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10 junho, 2015

Passe Livre

Coluna Amanda Jéssica


Dos ingredientes que toda boa relação tem que ter

Duas coisas que têm faltado na gente hoje em dia: autocrítica e atitude. Pode ver: a ausência de uma, geralmente (sempre), vem acompanhada da falta da outra.
Vamos lá! O relacionamento não tá dando certo por alguns motivos: ele não tá sendo atencioso, ele não tá sendo romântico, ele não tá fazendo jantares maravilhosos, nem te levando pra curtir programinhas incríveis toda sexta à noite. A casa tá um caos por causa da bagunça dele. Você não aguenta mais aquela toalha molhada, a louça suja, as meias no chão e a cama desforrada. Ele vive cansado. E só quer ficar em casa. Dormir. Descansar. E ficar ao seu lado, te olhando como se você fosse a última maravilha do mundo. Você, claro, quer sair, aproveitar pra gastar as energias e fazer qualquer coisa que não seja, simplesmente, ficar deitada com ele como se não houvesse mundo atrás da porta. Quanta coisa fora do lugar, não? Você, cheia de energia, disposição e louca por carinho, amor, paixão e entrega, tem estado ao lado de alguém que não corresponde (mais) às suas expectativas.
Ok. E a autocrítica? O que é que você tem feito pra que esse relacionamento cheio de histórias boas não se vá pelo ralo? Você é romântica? Você é carinhosa? Você tenta agradar o outro de alguma forma? Talvez, ele, cansado de uma rotina puxada, cheio de problemas e com a cabeça a mil, só queira mesmo chegar em casa e comer com você aquele jantarzinho azedo que só você (não) sabe fazer. Aquele miojo insosso. Ou aquela lasanha que você compra no supermercado e ele finge acreditar que, além de deliciosa, foi você quem fez.
Para um pouco e pensa! Relacionamento – e eu não canso de dizer isso! – é uma via de mão dupla: se você quer receber, você tem que dar também. E incessantemente. Dia após dia. Porque o que faz do amor uma delícia é a intensidade com que a gente se dedica ao outro. E aí, vem a questão da atitude. Depois de colocar a mão na consciência e parar de cobrar do outro o que a gente não faz nem de longe, a gente tem que deixar de ser hipócrita e AGIR! Não é só “não fazer pelo outro o que não gostaria que ele fizesse com você”. É mais que isso: é fazer por ele o que você gostaria que ele fizesse por vocês dois. E vou além: é saber abrir mão e agradar um pouco aquele com quem você escolheu pra dividir a vida.
 Relacionamento é cheio dessas coisinhas mesmo: consciência, dedicação, atitude e, principalmente, saber se colocar no lugar do outro. Não que a gente tenha que deixar de lado o que a gente quer ou as nossas intuições e concepções mais firmadas, mas a gente tem que, apesar de não concordar e não entender, saber aceitar. Não abrir mão de uma coisa aqui, mas abrir mão de um monte de coisa ali. E ir ajeitando o que tá dando errado. Moldando. Consertando. E fazendo dar certo.
Mas, antes de qualquer coisa, vale a pergunta: é isso que você quer? E TE FAZ FELIZ? Se não, esquece tudo que a gente conversou aqui, parte pra outra e vai encontrar felicidade de outro jeito. Mas, se sim, cabe repensar. E ir tomando a consciência de que, mais que exigir, a gente tem que fazer. Olhar mais pra si do que pro outro. E ele que cuide das suas próprias mancadas. Porque não tem outra: se cada um fizer sua parte, a relação só tende a andar pra frente. E a ser, cada dia mais, uma delícia de (re)conquistas.
Que a gente nunca esqueça: amor – amor mesmo! - nunca vai ser perfeito, mas, quando a gente decide encontrar paz ao lado de alguém, a gente descobre solução – e alegria - nos piores problemas. E, até, principalmente neles. É só ter um pouquinho de consciência, paciência, atitude e muita, muita vontade de fazer dar certo. Porque, quando dois querem, um não fica separado do outro nem que o mundo inteiro conspire contra. E não tem quem me convença do contrário!

- Amanda Jéssica
@amandajessicab
@coisasdestavida_
www.facebook.com/amandajessica.96


09 junho, 2015

Fernandicas - Beleza & Saúde



Cuidados com a pele durante a gravidez

Para o rosto, é muito importante utilizar protetor solar e cremes ricos em antioxidantes com vitaminas C e E, para evitar o temido melasma.
Como barriga, seios, pernas e glúteos são áreas mais propensas às estrias, as gestantes podem apostar no uso de cremes hidratantes que possuam óleo em sua composição.




Sobre o o doutor: +Dr. Bruno Vargas  é  Sócio Diretor da Inovatto, dedica seu tempo exclusivamente no exercício da dermatologia com excelência, concentrando a sua atuação nas áreas de Cirurgia Dermatológica e Laser em Dermatologia.



Dicas de Beleza - Bruna Gouveia

Olhos pretos? TODO MUNDO AMA! 

Vamos aprender?

Então. .. pra começar, lá vai a master dica: Comece pelos olhos! Quando começamos a make pela pele, corremos o risco de acidentalmente sujar a parte de baixo dos olhos com sombra, e como um olho preto exige um bom e caprichado esfumado é quase certeza que isso vá acontecer, fazendo dessa forma o que sujar embaixo é só limpar com um lenço umedecido e seguir fazendo a pele, assim vc garante uma cobertura perfeita sem ter que ficar retocando o corretivo toda hora.

Dito isso passamos para a segunda dica: Para não manchar, e segurar tudo no lugar até o final da festa, use uma sombra pastosa de longa duração na pálpebra inteira, não passe o corretivo nessa região, na maioria das vezes ele é usado para dar mais fixação e intensificar a cor, mas o que ele faz é juntar toda a sombra na dobrinha, no meio da pálpebra! Uma que eu indico muito pra esse fim é a painterly da MAC. Terceira dica: Não comece pela sombra preta, use uma sombra marrom para o côncavo (ou uma mais bordô, que está super em alta agora no inverno) e depois vá acrescentando o preto. Um pincel excelente para esfumar é o #224 da MAC. Importante! O pincel faz TODA a diferença no efeito que se quer atingir e este praticamente faz o trabalho sozinho pra vc!
Quarta dica: Tenha sempre uma sombra da cor da pele pra te ajudar a deixar tudo bem esfumado, não use a sombra preta pra fazer a junção das cores, se ficou marcado, use a da cor da pele para fazer o degradê.
Quinta e última dica: Desenvolva seu senso de auto crítica, observe se um lado está igual ao outro, se o preto ficou muito perto da sobrancelha, compare com uma foto de uma make que vc gostou! E treine, experimente, brinque de se pintar! É divertido e é praticando que se chega a perfeição! 



Maquiadora e perfeccionista, Bruna Gouveia faz dermopigmentação de sobrancelhas, makes de arrasar e sabe deixar uma mulher bonita em minutos. Conheçam o trabalho incrível da Bruna pelo Insta: @brunagouveiamakeup, ou facebook: https://www.facebook.com/bruna.mara.927?fref=ts



Para novar no look:





Receita da semana:
Estava procurando receitas de caldos e sopas para fazer nesse friozinho e achei essa fanpage super legal: https://www.facebook.com/pages/Receita-de-Caldos-e-Sopas/260193074122812?fref=ts 
Tem muita variedade e ensina direitinho como fazer. Vale a pena curtir!




Sorteio para o Dia dos Namorados no Instagram
Quer ganhar esse lindo conjunto para arrasar no Dia dos Namorados? Então, corre no Instagram, siga @bemtequerobem e @fernandacmello, siga as instruções... e Boa Sorte! O resultado sai dia 12/06.




Usamos e recomendamos!
Minha pele anda (não sei o motivo) mais oleosa ultimamente. Então, passei a usar esse sabonete da La Roche que não resseca a pele e limpa MUITO bem, principalmente depois do monte de demaquilante que passo à noite. Para quem tem pele sensível, que se irrita à toa, é uma boa pedida.



Para LOJAS E MARCAS que quiserem participar do USO E RECOMENDO, só enviar email para comercial.fernandamello@gmail.com. Detalhe: não falamos bem de produtos ruins, ok? 
Terça que vem tem mais, com posts dos nossos experts. Esperamos vocês com novidades!


08 junho, 2015

Por um bom molho de macarronada...



Cara,

Não sei o que escrever hoje, mas os dias tem me parecido bem difíceis ultimamente. Estou cansada de sentir. Cansada de fazer. E, sobretudo, cansada de estar cansada. Tudo me esgota e, infelizmente, eu não posso me dar ao luxo de parar agora. Mas eu queria, sabe? Ficar sem comunicação por uns dias, para poder recarregar as baterias e voltar a ser eu mesma de novo.
Mas, por aqui, eu só choro. Cada tecla é uma lágrima exausta, bem sei que preciso arranjar forças sei lá onde para prosseguir, sem causar maiores danos. Eu nunca pensei que escrever pudesse me trazer tamanha exaustão, mas me responsabilizo por tudo, afinal, quem achou que seria fácil abraçar o mundo foi eu. Sim, eu peguei vários livros pra fazer ao mesmo tempo, achando que as oportunidades escorreriam pelos dedos... E agora estou aqui: escorrendo pelos meus próprios dedos e me sentindo incompreendida e sozinha. O meu cansaço pertence apenas a mim.

Por um momento, penso que talvez alguém se sinta como eu. Mas, quem? Estou lendo a autobiografia da Sophia Loren e fico perplexa como a vida das pessoas nos parece fácil e cheia de glamour, quando olhadas de fora, não é mesmo? Puro engano. O olhar de gato da bela italiana têm - escondido - muitas outras histórias tristes e cinzas, por trás dos bastidores. A inteligência é uma faca de dois gumes. A beleza também, isso é inegável.
E a solidão, no final das contas, é a única que ouve sem nos julgar, nos entende, nos acalenta. E nos dá a mão.

O resto? Bom, são apenas fantasias. Sorrisos. Páginas. E a esperança de que - assim como a bela Sophia - eu possa chegar a algum momento da vida e pensar: agora só me resta fazer um bom molho de macarronada para comer com quem eu amo. NADA MAIS.







03 junho, 2015

Recesso


O blog estará de recesso até segunda-feira, dia 08/06. Equipe em manutenção... rs

Um ótimo feriado para todos!

beijos,

Equipe Fernanda Mello


foto do filme Lost in Translation

01 junho, 2015

DAR VALOR DEPOIS QUE PERDE: UM DRAMA UNIVERSAL?



“Many is the time I knelt in the light
appealing to all that I know
Guide my eyes and steps
that I may find love true”
(Patti Smith)


Se existe algo que eu não entendo, é gente que só dá valor para o que tem depois que perde. Uma vez ou outra, tudo bem.  Escorregar na vida faz parte. Mas não é preciso ter muita inteligência para saber o quanto algumas coisas nos são caras, certo? Teoricamente, sim. O problema se instala quando o tropeço vira rotina, e a gente começa a acreditar que o passado era melhor. Que a grama do vizinho é sempre mais verde.
Se você se identifica com alguma frase acima, então, meu amigo, está na hora de rever seus conceitos. Essa história de “eu era feliz e não sabia” é coisa de gente fraca e não pega nada bem. A era do saudosismo já era, inventar um passado perfeito (para aliviar o presente) não vai te fazer crescer. NUNCA.
Será que a gente precisa perder a casa, a saúde, o emprego (e o respeito) pra lhes dar os devidos valores? Será necessário que o amor se vá para ver o quanto ele era especial?
Sejamos sinceros: será que precisamos PERDER para, depois, aprendermos a VALORIZAR?
Ah, não.  Eu estou cansada. Chega de ser a “mulher da vida” de um bando de” bocomocos” que só me deram valor depois que eu me mandei. Não é sempre assim? A gente aguenta o que pode, faz de tudo para a relação dar certo. Aí, um belo dia, acordamos de saco cheio e resolvemos dar no pé e pensarmos mais na gente.  Nessa hora, o céu se abre, uma luz incide no meio da cabeça dos pobres moços, e eles conseguem enxergar o quanto a gente era incrível. Incrível é pouco, na verdade. Eles veem o quanto éramos mulheres de verdade, parceiras de qualquer crime, que aguentávamos todas as chatices e ainda fazíamos um carinho gostoso antes de dormir. Parece familiar?
Pois é. Aí a gente muda de classe. De CHATA vira A mulher. A santa. A deusa. A insubstituível. 
Ô céus, e o pior é que isso acontece em todas as áreas da vida. Lembra aquele emprego bizarro? Ai, que saudade (já que o de agora é muito pior!). Lembra da sua adolescência (ah, que tempo bom, arguição é a melhor coisa da vida!). 
Como vocês podem ver, estou meio alterada hoje (o que, com a graça de Deus, me faz escrever 1500 caracteres por minuto) e, por isso, resolvi extravasar minha indignação diante de todas as criaturas (inclusive eu, vai saber) que cometem o deslize de achar que o passado é sempre melhor. 

Se o passado foi bom, ÓTIMO! Guarde-o na memória, e faça o seu AGORA ainda melhor. Que tal? Difícil? Então vamos lá. (Quando eu fico nervosa, eu viro um livro de autoajuda, me acudam!)

Regra número um: a gente tem memória seletiva e SÓ se lembra das partes boas. Dos anos que foram coloridos. Das pessoas legais. Dica para não cair nessa furada: seja realista e lembre-se de todos os defeitos alheios e todos os sentimentos ruins que você sentiu. Regra dois: para mim, um cara (ou um trabalho ou um amigo) que não te dá o devido valor deve ser rebaixado. É, rebaixado mesmo. Então, se o cara resolveu te dar valor AGORA, ao invés de você agradecer e bater seus enormes cílios, pergunte-se: um indivíduo que vive nesse estado de insatisfação constante vale a pena?  Regra número três: essa é a mais difícil. Sinta-se agradecido. Verdadeiramente agradecido. Por tudo o que você tem HOJE. Por tudo o que você É. Seja honesto com seus sentimentos. Não se supervalorize. Nem tampouco se subestime.  Seja forte. E bote para quebrar (se vier a calhar). 
No mais, é só viver com o coração ABERTO. Afinal, o mundo anda tão louco que quem não aproveitar o presente vai se arrepender amanhã. Essa é a minha única certeza.


foto: Alessandra Duarte



29 maio, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler:
Porque imaginação não tem idade!



Para pensar:



Para ouvir:



Para hoje:

Está em BH? Então, cola lá!



A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Você que está em crise no casamento, não se preocupe! Quer colocar um ponto final nos desajustes e recuperar a relação? É muito simples, basta procurar um lugar onde esteja ocorrendo algum desastre natural, como tsunami, tornado ou terremoto. Acho que os roteiristas de filmes-catástrofe possuem uma ideia fixa com essa temática, e sempre colocam essas crises familiares como pano de fundo em produções desse gênero. Para não fugir à regra, eis que Terremoto: a Falha de San Andreas apresenta a mesmíssima estrutura e ainda tempera com um emaranhado de clichês e situações convenientes. Sinceramente, é demais pra mim!
A produção possui efeitos visuais incríveis, tudo muito bem estudado, projetado e super bem realizado. Mas esse é o único feito positivo do filme. Inclusive, o 3D é completamente desnecessário. O restante é um atentado à inteligência do espectador. O roteiro é algo inexplicável, de tão ruim. Tenho muita "preguiça" de histórias que elevam os protagonistas a um patamar superior ao resto dos mortais. Um exemplo: estão todos correndo para uma direção, mas a mocinha acha melhor ir para o outro lado, pois ela é sábia demais para acompanhar a massa. Aliás, eu nunca vi uma família tão sagaz, inteligente e forte como essa. Outro grande problema do roteiro são as conveniências. Logo no início do filme, a "menina-genial" tem uma conversa com o namorado de sua mãe sobre o prédio que ele está construindo. Do nada, ele diz que é o maior e mais resistente edifício de São Francisco. Não precisa nem ser muito perspicaz para imaginar onde será o abrigo dos protagonistas. Em outra situação, através de um boné, Dwayne consegue um avião novinho para pilotar. Isso realmente não dá para engolir.
O elenco não prejudica, nem acrescenta. Dwayne Johnson possui um carisma interessante, mas quando é exigido em cenas dramáticas, não convence. Fiquei com pena do Paul Giamatti, um excelente ator, que está ali apenas para explicar tecnicamente o terremoto.
San Andreas é mais um filme-catástrofe, ao estilo Roland Emmerich, que não mostrou a que veio. Uma pena!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.







27 maio, 2015

Passe Livre

Coluna Fernando Suhet




Hoje ela acordou decidida. Abriu a janela e deixou a luz do sol entrar. Fez as malas. Colocou mágoas, perdas, gente falsa, vazia de bem querer, mentirosa, sem amor, sem educação, sem noção, sem reciprocidade, toda negatividade, olhares da inveja, solidão, lágrimas mal resolvidas, falsos amores e valores, bilhetes velhos da loteria, do cartão de crédito e do estacionamento. Bateu a porta e se foi. Sentou no banco da estação. A mala, colocou no trem. Ela, voltou para casa. Mesmo de pijama e com os pés descalços ela foi seguir em frente. Quem te virou as costas ontem já não mais participa do seu dia.
Uma hora é preciso ir atrás de quem te valoriza, e que o resto também vire vida.

- Fernando Suhet
@nandosuhet @mundoescrito
www.facebook.com/mundoescritofs

25 maio, 2015

Homens Bons de conversa X Homens Bons de verdade


  
(você já aprendeu a diferença ou ainda está caindo nas lorotas que eles contam?)

Na minha leiga concepção, existem apenas dois tipos de homem no mundo: os que fazem você se sentir bem e os que fazem você se sentir um lixo. É simples assim. Quando você sai com um cara que te faz se sentir bem, você volta pra casa feliz, radiante. E com o humor nas alturas. Quando você sai com um cara que te faz se sentir um lixo, você chega em casa aos trapos. Com um desassossego que não te deixa. E com um vazio que ninguém explica. Entendam: a noite pode ter sido incrível. Mulheres inteligentes sabem que noites incríveis nem sempre rendem dias-seguintes igualmente incríveis. E é bem aí que eu quero chegar. Primeiro, não somos inteligentes de imediato quando se trata de paixão, química. E pele. Somos românticas (embora, disfarçadamente) e carentes. Segundo, não temos bolas de cristal, não sabemos se o cara se acha a última bolacha do pacote, se ele é um mentiroso nato, se ele vai abrir a porta do carro e depois se mostrar o abominável homem das neves dentro de uma calça Diesel. A verdade é que quando a gente sai a primeira vez com um cara, nunca sabemos ao certo como vai ser. Ou como o moço realmente é.

Mas como estou ficando uma quase expert no assunto, resolvi dar algumas dicas para ajudar a vocês (e a mim) a decidir se vale a pena - ou não - arriscar. Já decretamos, por unanimidade, que um cara que te faça se sentir um lixo deve ser removido do planeta. E deletado das nossas agendas de telefone. Se você perceber alguns desses sinais antes de encontrar a figura, fique atenta! Eu, particularmente, prefiro passar um sábado à noite em casa, lendo um bom livro, a sair com um cara que me faça sentir mal comigo mesma depois. Pra ajudar a saber se o encontro foi bom, preste atenção no seu tom de voz quando suas amigas perguntarem: e aí, como foi? Se você inventar alguma mentira pouco convincente, a situação não está nada boa. Mas se você nem ao menos quiser tocar no assunto, minha amiga, você teve um encontro no qual você se arrependeu. Sinto dizer. Pode ter sido ÓTIMO, mas você está arruinadamente arrependida. E sem aquele papo furado de dizer que “antes se arrepender do que fez a não se arriscar”. Para com isso, gente! Não temos mais 15 anos. Essa frase não combina com quem está chegando ou já passou dos 30. Combinado? Então vamos lá: se o cara mencionar que tem namorada, que estão dando um tempo ou derivados, FUJA. Por mais lindo que ele seja, não vale a pena. Grifem: NÃO VALE UMA NOITE SEQUER PERDIDA. A expressão que ele fizer quando o celular dele tocar e ele não atender, vai te fazer se sentir a pior das criaturas. Claro, meu bem, poderia ser VOCÊ do outro lado da linha recebendo um END do tamanho da falta de noção dele.

Confesso que realmente não consigo. Sou solidária com as mulheres, mesmo que a maioria não haja assim. E estou sendo sincera. Acho bem legal isso em mim e espero que esse texto sirva de inspiração pra outras garotas fazerem o mesmo: não vamos fazer com os outros o que não queremos que façam com a gente. Certo? Então, mande esse cara pastar e arrumar outro tipo de diversão!

Outros sinais importantes que enumerei juntamente com minhas amigas via whatsapp, enquanto elas trabalhavam seriamente e eu escrevia essas abobrinhas:

- Não saia com um cara que tenha compromisso com outra garota. Lembre-se que essa garota poderia ser você. E não esqueça da lei do karma: a “coisa” volta pra você triplicado. (Alguém precisa disso na vida?)
 - Não saia com caras que contem vantagem demais, que usem o termo “amigo pessoal” de alguma celebridade e que perguntem qual a marca do seu jeans. (Acreditem, isso existe!)
- Não saia com caras que te chamem de gorda ou mencionem defeitos físicos nos primeiros encontros. (Imagina o que um ser humano desses vai falar quando você estiver na TPM!).
- Não saia com indivíduos que achem bonito maltratar animais.
- Não saia com caras indecisos sexualmente.
- Não saia com caras que te deixem no “vácuo”.
- Não saia com caras agressivos, briguentos, arrogantes e sem-educação. (Isso é óbvio, mas não custa lembrar!)
- Não saia com caras que digam: “Vê se não some"...
- Não saia com seres que não respondam suas mensagens, emails ou telefonemas.
- Não saia com homens que roubem seu troco do Mac Donalds.
- Não saia com homens que acham que estão te fazendo um favor.
- Não saia com homens pão-duros. Homens pão-duros com dinheiro acabam sendo pouco generosos até sexualmente. (E disso a gente está correndo!)
- Não saia com caras que insinuem coisas desagradáveis a seu respeito.
- Não saia com homens que façam uso de drogas pesadas.
- Não saia com homens que falem mal da própria mãe.
- Não saia com homens que tenham um cabelo à la Roberto Justus.
- Não saia com playboys que acham que a vida se resume ao próximo feriado.
- Não saia com homens que queiram tirar qualquer vantagem de você (emocional ou financeira).
- Não saia com homens que dizem que toda mulher é interesseira.
- Não saia com nenhum mané que diga que você não pode se apaixonar por ele, nem levá-lo a sério.
- Não saia com homens que não tenham senso de humor.
- Não saia com homens que se dizem confusos e tenham "medo de se envolver".
- Não saia com homens que dizem estar correndo de compromisso. (Sim, amigo, nós é que estamos correndo de você!)
- Não saia com homens que falam muito de si mesmo e nunca te escutam.
- Não saia com caras que se preocupam só com a forma. E esquecem o conteúdo.
- Não saia, em hipótese alguma, com caras que te façam ter dúvidas sobre a mulher sensacional que você é. Nada menos que isso será permitido.


Amigas, homens não são todos iguais. Têm muita gente bacana por aí, só não vale perder tempo com caras que não sabem valorizar as oportunidades que tem!



 ps: o mesmo serve para as mulheres, tá?

22 maio, 2015

Com que letra eu vou?



Para ler: 
Para quem dar uma filosofada e pensar como andam os relacionamentos hoje em dia, indico:




Agora, se você quer dar umas risadas e esquecer da peleja do dia-a-dia:



Para pensar:






Para inspirar:




Para não esquecer...






Sex-Tha

Pessoal, abrimos um novo espaço aqui no SEX-THA: mande sua pergunta relacionada à sexo e comportamento que nossa colunista Thaís Mytie vai responder vocês: thamytie@gmail.com. Beijos e até sexta que vem!



Thais Mytie (@thamytie) body piercer, apaixonada por todo tipo de arte, rock n roll e animais. Interessada por difundir e desmistificar as polêmicas do SEXO!


Wal: falando de moda


Hoje eu quero contar sobre a Maison Gless, que fica em Volta Redonda, Rio de Janeiro.
Um espaço dedicado à moda e ao glamour, antes de ser uma loja! Pra vocês terem uma idéia, a Gless conta com uma biblioteca de moda, onde os estudantes vão fazer pesquisa...gente, isso não é o máximo?








A Gless vende coleções assinadas por estilistas conhecidos e marcas exclusivas, entre elas: Agilità, Arte Sacra, Corporeum, Cosh, PatBo, Patricia Bonaldi, Raquel de Queiroz, Victor Dzenk e Vivaz, desde moda contemporânea, moderna e clássica como também moda festa.












Tem também uma coleção de Barbies que foram penteadas e vestidas de acordo com seus criadores, cabeleireiros e estilistas.



O espaço conta com copeira, manobrista, segurança...tudo para proporcionar o bem estar dos clientes! E já virou tradição, todas as sextas feiras, o Chá da Gless, com o bolo de banana que já faz parte da história desse lugar fantástico! O que eu acho incrível é essa preocupação, esse cuidado dos sócios: Julio Monteiro, Fernanda Monteiro e Aline Aragão, em proporcionar todo esse glamour a quem escolhe a Gless para fazer suas comprinhas!!
Que privilégio respirar esse ar de aconchego e sofisticação, que delicia participar desse chá e dividir com pessoas queridas esses momentos de puro relax...um spa para a mente!
será que podemos sonhar com um espaço Gless em BH? Tomara que sim...

Um beijo e até semana que vem, queridos!

Walkiria Freitas (instagram @walfreitasmavric) é produtora de moda e personal stylist. Começou como modelo e produtora no Brasil, e depois aperfeiçoou seu trabalho durante os anos que morou em Buenos Aires, escrevendo para diversas revistas da América Central. 










A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Amor, cumplicidade, família, mudanças, filhos, perda, tristeza, recomeço. Assim podemos resumir o intenso e maravilhoso Alabama Monroe. A produção belga, indicada ao Oscar de filme estrangeiro em 2014, conta uma história de vida que ficará, por muito tempo, marcada em seu coração.
Embalado por belissimas canções de bluegrass (uma espécie de country melódico e compassado), o longa ainda nos brinda com uma linda fotografia que utiliza tons suaves, densos e até uma inédita inserção de imagens em negativo. A atuação do elenco é outro grande destaque. O amor, a dedicação e a dor que une a família de protagonistas é apresentada de forma palpável, extremamente convincente e emocionante.
Alabama Monroe mostra a vida de Didier (Johan Heldenberg), um músico ateu, que canta nos bares da cidade e vive em um trailer. Sua vida sofre uma grande mudança quando conhece Elise (Veerle Baetens), uma tatuadora repleta de histórias mal sucedidas marcadas em seu corpo. Linda e alegre, possui uma visão mais espiritual do mundo. O nascimento da filha do casal, e os desestruturantes fatos subsequentes colocam esse relacionamento à prova e revelam características, fraquezas e sentimentos ocultos de cada um.
Contado de forma não cronológica, o filme intercala de forma muito eficiente as cenas, sempre procurando contrapor sentimentos antagônicos como recurso narrativo. Por exemplo, em um momento presenciamos a total desesperança de Elise, para na cena seguinte mostrar seu entusiasmo com algum fato de sua vida.
Alabama Monroe é um filme incrível, extremamente triste e que fecha sua jornada com a cena final mais linda e poética dos últimos tempos. Imperdível!


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.















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