06 novembro, 2015

Amar é punk (e Spielberg também!)

E, finalmente, chegou! O tão esperado AMAR É PUNK já está pronto e à venda pelo email: loja.fernandamello@gmail.com. Para ficar ligado nos lançamentos, só seguir o meu IG: @fernandacmello. Beijos e uma ótimo final de semana!


A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende


Steven Spielberg está de volta, e em grande estilo! Em Ponte dos Espiões, o genial cineasta utiliza mais uma guerra para contar a história de um homem que se destacou em uma sociedade acuda e paranóica com a possibilidade de um ataque nuclear. Esse era o contexto da Guerra Fria, período onde os Estados Unidos e a União Soviética travaram uma "batalha silenciosa", repleta de espionagens, prisões políticas e marcada pela perda do íntimo e do pessoal. É nesse cenário caótico que Spielberg nos apresenta a envolvente história de James Donovan, um advogado de seguros que aceita defender um suposto espião soviético, capturado pelos americanos.
Cada dia mais envolvido com o caso, Donovan acaba se vendo eleito como negociador oficial do governo americano em solo estrangeiro. Nesse contexto, o cineasta escancara uma edificante mensagem de amor ao próximo, tolerância entre os povos e, principalmente, persistência na busca por aquilo que se almeja. Com um roteiro repleto de sarcasmo - o texto final foi revisado pelos irmãos Cohen - o longa apresenta uma narrativa linear e convencional, mas repleta de momentos antológicos e emocionantes. Um dos grandes destaques do filme fica por conta do elenco. Encabeçado pelo sempre ótimo Tom Hanks, a produção conta ainda com a avassaladora atuação de Mark Rylance. Na pele do espião soviético, o ator constrói um personagem contido, inabalável e repleto de subcamadas emotivas, tornando-se um sério candidato a uma indicação ao Oscar de coadjuvante. 
Claramente dividido em duas etapas distintas (mas dependentes), Ponte dos Espiões se apresenta como um eficiente drama de tribunal em sua primeira metade, e como um ótimo drama de situação em sua metade final, apesar de apelar para o sentimentalismo em algumas passagens. Um alerta fica por conta de seu ritmo. Basicamente formado por diálogos e pouquíssima ação, o filme pode entediar aqueles que estão acostumados a narrativas mais movimentadas. 
Brilhantemente dirigido, com uma cinematografia impecável e uma mensagem extremamente atual, Ponte dos Espiões é um filme espetacular. Não deixe de ver!




Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.

29 outubro, 2015

Amar é punk - the book!

Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!
Acabei de chegar de uma semaninha de férias com amigos em NY. Com o dólar tão alto, não deu para comprar na-da, mas eu não estava lá para isso. Então, tive tempo de sobra para olhar as pessoas.
Primeira coisa que eu vi e que dá para aproveitar aqui no calor que já deu seu recado, são os óculos escuros espelhados. A segunda coisa, foi que eu não vi ninguém usando calças do modelo flare. Tudo bem, está esfriando e elas precisam de algo para usar com botas. Vi modelos bonitos em lojas bacanas, mas ninguém nas ruas. De qualquer forma, as calças estão com a cintura mais alta mesmo, para o bem da nossa dignidade. Os tênis estão por todos os lados, e não só nos pés dos turistas que precisam andar confortáveis. As marcas famosas lançaram as mesmas bolsas que já fazem sucesso em modelos bem menores. Acho que só dá no fim de semana, se você trabalha o dia inteiro e corre de um lado pro outro. Quer saber de verdade? O mundo está cada vez mais plano, as fronteiras não existem nessa era de comunicacão on line e fast fashions. Isso não é novidade e estamos arrasando com tudo o que temos por aqui mesmo.

Beijos!
Rosa





Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.


Foto Alessandra Duarte


Eita que o livro AMAR É PUNK ficou pronto e, a partir de segunda-feira, já estará à venda online pelo email loja.fernandamello@gmail.com. Teremos eventos de lançamentos em várias cidades, inclusive BH, mas ainda estamos decidindo as datas. Assim que souber, eu posto aqui!
De qualquer forma, quem quiser adquirir o livro em primeira mão, só me mandar email que eu envio autografado!

Para comemorar, um texto do livro novo:

MEU LIVRO NOVO – veja bem – COMECEI POR VOCÊ.

Porque era você, depois não era e depois era de novo. Outra hora eu achava que nunca mais seríamos nós e, em outra, acreditava que iria morrer de amor sem você. Aí então eu percebi o que ninguém quer aceitar: a gente não ama do mesmo jeito todo dia. Tem dia que o amor vira raiva. Vira tristeza. Vira cansaço. Vira mágoa. Vira pão com ovo. Vira cara emburrada.

Tem dia que o amor parece qualquer coisa – MENOS AMOR. Na minha opinião, esses dias são os mais perigosos ou, talvez, difíceis. Porque o amor pode parecer não ser, MAIS AINDA É. E deixa-lo ir pode ser um caminho sem volta.

15 outubro, 2015

Criança, sempre!


Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa
Olá!

Na semana passada a minha mãe me perguntou: filha está na moda usar calças mais largas e curtas? No mesmo dia ela tinha recebido três clientes usando a tal calça pantacourt. Fui dar uma olhada em fotos na internet, e li um post da Gloria Kalil (chic.uol.com.br) de novembro do de 2014, falando sua opinião sobre essa “coisa”. Ela detesta e chama de “nem-nem”, ou seja, nem curta e nem comprida. Também acho horrível, concordo que não fica bem em ninguém, acho que desfavorece até as mulheres feitas de outra matéria (altas com 1,5 m de perna e... magras). Outra “coisa” da categoria “ roupa nem-nem”, em minha opinião, é a calça jeans apertadíssima com cintura baixa, uma coisa assim “funkeira” que a gente vê o tempo inteiro nas ruas. A blusa sempre fica mais curta, nem cobre a cintura para baixo e nem cobre aquele pedaço famigerado da barriga para cima. Sempre (ou quase) tem uma sobra que não deveria aparecer, a calcinha aparece o tempo inteiro e, a não ser que você seja feita da outra matéria, esteja arrasando no “projeto verão”, e tenha menos de 30 anos, não vai ficar bonito. Posso ser básica, considerada clássica até certo ponto, mas vamos combinar? Olhem essas fotos?! Precisamos mesmo usar tudo o que aparece nas vitrines e revistas para ficar bonitas? Não, obrigada.

Beijos!
Rosa



Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.






13 outubro, 2015

Para começar...


Eu te espero há tanto tempo

Nem me lembro se foi nessa vida

Mas ainda vejo seu rosto

Como se o futuro fosse ontem...



Feliz dia da nossa criança!

“Criança feliz quebrou o nariz...” Com a chegada do dia das crianças me lembrei dessa música tão cantada na infância de muitos! E se a gente prestar atenção a verdade é que criança que aproveitou a infância tem muitas estórias de tombo, risadas e diversão juntos. Quando a gente vira adulto também é assim, quanto mais nos arriscamos em busca dos nossos desejos mais temos chances de ser feliz. E a felicidade não esta exatamente na realização do desejo, mas na busca dele, no aprendizado. Feliz é quem se deixa viver, quem da à cara a tapa. Que usa seu medo a seu favor, apenas para não dar um passo maior que a perna e para competir consigo mesmo buscando melhorar. Tudo bem que é preciso apostar muito no nosso feeling, na nossa intuição, mas isso nada mais é do que nos conhecer e confiar nas na gente. É fundamental na busca desse autoconhecimento deixar para trás o receio em ser repreendido, que nasceu de algum fato envolvendo pessoas próximas na nossa infância. Por exemplo, o pai ou a mãe que não nos deixou realizar essa ou aquela tarefa, muitas vezes até achando que esta nos protegendo, e a mensagem que podemos receber lá no fundo é a de que não somos capazes de fazer, por isso fomos impedidos. Mas pense, isso ficou no passado! Quando somos adultos temos o poder de fazer as nossas próprias escolhas. Enfrente os” nãos” de cabeça erguida, use-os para se desafiar! Pense com você: ”_ se precisar vou quebrar a cara até eu ser quem eu quero ser!” E o que não está bom cabe a nos mudar, colocando na balança nossa bagagem de vida para que possamos nos encarar. Dizem que quanto mais cicatrizes temos mais tempo passamos sendo felizes, buscando nossos objetivos! Perder o medo da arvore na hora de colher o fruto e, alem de quebrar o nariz ralar o joelho e em seguida tentar de novo, por outro galho mais forte, até conseguir ser feliz. Adulto que não quebra o nariz não vira arvore que dá fruto, não sai da raiz. Feliz dia da nossa criança!

Instagram: @renatalommez



"Amor no Divã" e "Frases no Divã" é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez,que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM. 





Sorrir faz bem - Dra Gabriela Soares Mayr

Componeer

Sistema de restauração de facetas pré-polimerizadas,compostas de 80% de porcelana e com perfeita anatomia de superfície.Permitem a restauração dos dentes em uma única sessão ,sem moldagem nem laboratório.O paciente consegue um sorriso natural e estético em uma única sessão. Para saber mais, acesse: http://www.youtube.com/watch?v=LVnWdUSV8jE&sns=em

1-Escolha da faceta adequada:Forma e tamanho. 

 
2-desgaste mínimo dos dentes e se necessário da faceta.


3-Ataque ácido dos dentes e na sequência lava-se e aplica-se o adesivo.


4-As facetas são fixadas com resina composta. 



5- desgaste e polimento e resultado final. 




Para saber mais sobre o trabalho da Gabriela Mayr (IG @Gabriela_Mayr), Rua Major Lopes, 100 - Savassi. 
Tel: 31 2555-0555


29 setembro, 2015

Minha arte é pop!


Vim ao mundo para questionar. Para me entender. Para ser feliz. Por isso, escrevo. Palavras são minha terapia. Meu remédio. Meu ponto de fuga e encontro. Na arte, eu me busco.  É lá que eu sempre estou. Procurando o verbo, indagando a letra, consolando a frase que chegou ao fim. Quer me conhecer? Me encontre naquele romance antigo, segundo parágrafo, mostrando que a solidão não se deve atravessar a sós. Talvez eu possa – e isso é quase certo – me mudar pros tons daquela bela música e por lá ficar: “feita de luz mais que de vento”... Ah, me desculpem os Jungs, Freuds e Lacans. Mas Cazuza me entenderia! Alguns artistas – e nisso incluo poetas, músicos e demais sonhadores – parecem conhecer a fundo a alma humana. Quando falam de si, mostram um pouco também de nós. Quem nunca pensou, ao menos por um segundo: essa canção foi feita pra mim? Eu já me apropriei de centenas de músicas (com o devido crédito ao autor, é claro), que dizia serem "minhas". Naquele momento, elas – e só elas – pareciam entender o que eu sentia. Letra por letra. Rima por rima. Em cada nota, um espanto. E uma sensação de pura comunhão com o mundo: é, eu não estou sozinha. A arte também foi feita pra unir. Pra protestar. Para seduzir. Por isso, passo a vida escrevendo. Lendo. Garimpando frases. Buscando o verso certo. A estrofe perfeita. Ou um conhecimento maior sobre mim mesma. Se estou conseguindo? Não sei. A arte nem sempre é bondosa. Um dia nos pega no colo e, no outro, nos faz enxergar o que ainda é difícil de ver. Mas tudo bem. Enquanto houver um poema pra nos consolar e uma boa canção pra nos comover, "a gente vai levando".


Vamos aproveitar que o dia se tornou tão Cazuza e vamos ler a coluna da Renata Lommez falando muitas verdades sobre o amor?


O amor no Divã

“Eu quero a sorte de um amor tranqüilo...”
Quando penso na Fê logo me vem à cabeça Cazuza! Hoje lendo os emails que recebo daqui me veio essa música “... com sabor de fruta madura...” Ah os ideais! Quem não quer ter a certeza de que não vai sofrer?! Já disse aqui em uma frase no Divã que o amor existe para nos devolver  paz, sono, auto-estima,  não para tirar! E tranquilidade nos relacionamentos tem mesmo a ver com maturidade!
As pessoas maduras (não mais velhas) se relacionam de uma forma mais serena, porque aprendem a gerenciar suas emoções. São acertos decorrentes de erros reconhecidos e reparados. Por isso eu sempre digo para quem se questiona sobre sempre entrar em roubadas. Ou porque seus relacionamentos nunca vão adiante? Temos a tendência em repetir escolhas enquanto não nos conhecemos o suficiente para compreendermos qual a parte que nos toca nesse latifúndio, qual responsabilidade temos diante do fracasso nas relações. Erro nas escolhas? Ou repetição dos próprios erros? Insisto em sempre nos perguntarmos “por que”, escutarmos a nossa voz interior, conhecermos nossas emoções para gerenciá-las.  Um amigo na hora da dor é fundamental, mas a experiência dele é única e cada um traz traumas e recalques individuais que conduzem a nossa própria e também individual condição. Tem uma fase da vida em que tudo é muito intenso, mas um intenso muito gostoso de viver, mesmo que seja preciso derramar muitas lagrimas enquanto sentimos estar em um vídeo clipe. O sofrimento também tem um limite, claro. Se estiver nos impedindo de viver a rotina normalmente é hora de pedir ajuda, ok? Grande parte das vezes é preciso sim querer amadurecer, passar por cima da própria vaidade. Mas não desista do amor. Lembre-se que para tudo tem a sua hora, e um amor por ser tranqüilo não quer dizer que seja morno.

Instagram: @renatalommez



"Amor no Divã" e "Frases no Divã" é escrita pela psicóloga, psicanalista clínica, gestora de pessoas e especialista em projetos para terceiro setor +Renata Lommez,que me ajudou em todo o livro O AMOR NA TPM. 

25 setembro, 2015

Desabafo

Esse negócio de amor só tem funcionado mesmo para me fazer escrever. Espero, de coração, que esse tempo de "escolhas insensatas" termine. E eu volte a acreditar nas pessoas - e no amor - de novo.

(Isso é um pedido. E quase uma prece).



Agora, para começar o final de semana com arte (e alegria!), a coluna do nosso querido Gustavo do @cinediario!

A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Baltasar Kormákur precisava ter trocado umas ideias com Danny Boyle antes de rodar Everest.
Sem cair na fácil armadilha do sentimentalismo, com uma narrativa em primeira pessoa e uma grande limitação de espaço, Boyle fez história com o incrível 127 horas. O mesmo não pode se dizer de Everest, aventura dramática que conta a história de 8 alpinistas que resolveram chegar ao cume de um dos montes mais famosos do mundo. Obviamente nem tudo sairá como planejado, colocando a vida de todos eles em risco. Repleto de clichês, orquestrado por uma trilha que antecipa todos as ações do filme, e com uma alta dose de sentimentalismo, Everest torna-se um grande emaranhado, costurado com elementos que não combinam entre si. Com 2h de projeção, o longa demora pelo menos 1h para colocar uma cena de ação na tela. Todo esse tempo é preenchido por tramas paralelas que não acrescentam nada de interessante no contexto. Temos a história do casal de alpinistas "grávidos", o "mártir" que quer escalar para servir de exemplo para as crianças, e o homem que esqueceu de ligar para a mulher para cumprimentar pelo aniversário de casamento. Essa primeira hora é um verdadeiro exercício de paciência, já que a projeção perde um tempo demasiado com os preparativos da escalada, deixando o espectador com uma grande sensação de frustração. Repleto de estrelas como Josh Brolin, Jake Gyllenhaal, Emily Watson, Keira Knightley e Sam Worthington, Everest seria infinitamente mais atraente se tivesse concentrado sua narrativa na escalada, e nos problemas encontrados durante o percurso. Ao contrário disso, o longa prefere preencher as lacunas com muito melodrama e cenas trabalhadas para arrancar lágrimas do espectador. Outro grande problema do filme é a trilha sonora. Imagine uma cena onde os alpinistas estão caminhando por uma ponte suspensa. De repente, um acorde dramático começa a tocar. Logo pensamos: Opa! Alguém vai cair. E não é que a nossa "intuição" se concretiza! Essa falha se repete em todo o filme, sejam nas cenas alegres ou dramáticas. Ou seja, com Everest não existe surpresa, a trilha já nos conta tudo!
Lento e irregular, Everest desperdiça uma grande história.

Nota: ☆☆


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.

24 setembro, 2015

Amar é punk (e pink!)

Para ler a matéria, acesse Revista Point



Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia

"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!

Vocês viram a cor do ano de 2016 divulgada pela Pantone há uns dois meses? É o rosa quartzo, aquele bem clarinho, mais para pastel. Podem reparar que já começamos a ver coleções inteiras com esse tom, aqui e ali, nos editoriais e no Instagram.

A empresa americana Pantone foi fundada na década de 60 e, desde então, desenvolve um sistema de cores, que é utilizado em larga escala na indústria gráfica, através dos Guias Pantone.

A publicidade atraída pelo anúncio da cor é enorme e sua influência na moda, decoração (incluem as tintas) e maquiagem só aumenta a cada ano. Segundo a empresa, seus especialistas viajam o mundo inteiro para observar as tendências para desenvolver a cor (identificada por números), e os cartões se desdobram em cinco tons diferentes a partir daquela “base”.

E não para por aí, durante o processo a empresa tem reuniões com profissionais influentes da moda para garantir que a cor apareça nos tecidos, roupas, sapatos, acessórios e joias.

Quer dizer, a gente acha que está descobrindo as coisas ao ver os desfiles de moda, sem suspeitar o trabalho árduo da indústria por trás de tudo.

Eu não sei se vocês se lembram de uma cena do filme “O Diabo veste Prada”, em que a personagem Miranda Priestley (Mery Streep) destrói sua assistente Andy Sachs (Ane Hateway) ao dizer que aquele sueter azul ultrapassado usado por Andy comprado em uma pilha de roupas em um outlet qualquer tinha um nome e sua criação não só teve participação de pessoas que estavam naquela sala, mas que também havia aparecido em coleções de oito diferentes estilistas quatro anos antes.

Quer dizer, é meio teoria da conspiração, praticamente uma lavagem cerebral que nos deixa apaixonadas, não? O anel da foto é da Dior...aff!

Beijos!
Rosa


Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.





22 setembro, 2015

Lembrete para os desavisados

Para não dizer que eu não avisei: eu sou uma pequena parcela do que eu escrevo. 
Às vezes não tão boa.
Às vezes muito melhor.

Vai encarar?

foto Alessandra Duarte

Vamos agora com a coluna do nosso querido Dr Bruno Vargas (meu derma favorito no mundo!), que está com uma clínica incrível na Savassi, onde eu faço (e recomendo!) a drenagem linfática manual com a super competente Ana Paula! INCRÍVEL! 








Já faz drenagem linfática? Listada por muitas famosas como ritual de beleza, o procedimento é indicado para reduzir inchaços no corpo causados, principalmente, pela retenção de líquidos pelo sistema linfático. Logo, reduzem medidas, melhoram a circulação sanguínea e contribuem para a redução de celulites. Na Inovatto, a drenagem pode ser realizada manualmente, ou com uma técnica chamada Endermologia, que utiliza um aparelho de sucção. As sessões variam de pessoa para pessoa, de acordo com a avaliação do dermatologista.

Visite o novo site: www.brunovargas.com.br e www.inovatto.com


Sobre o o doutor: +Dr. Bruno Vargas  é  Sócio Diretor da Inovatto, dedica seu tempo exclusivamente no exercício da dermatologia com excelência, concentrando a sua atuação nas áreas de Cirurgia Dermatológica e Laser em Dermatologia.

18 setembro, 2015

COLEÇÃO DE SIM SEM FIM

Depois de uma seleção incontável de erros, hora de virar a página e começar a acertar. Pra valer, dessa vez. Para manter a concentração, é bom parar e anotar: Chegou a hora da minha COLEÇÃO DE SIM, SEM FIM. Duvidam?
Foto Alê Ladeira
Agora, para começar o final de semana com arte (e alegria!), a coluna do nosso querido Gustavo do @cinediario!

A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Ascensão, queda e recomeço. Essa é a tríade que conduz o espetacular Nocaute. Dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) e contando com uma atuação soberba de Jake Gyllenhaal, o longa nos presenteia com uma emocionante história de superação frente aos obstáculos que a vida nos impõe. Literalmente, o título do filme nos conduz ao universo do boxe profissional, mas também pode ser interpretado como uma metáfora aos golpes que o protagonista leva em sua vida pessoal. Campeão mundial e maior astro do esporte, Billy Hope se vê em uma espiral descendente após uma tragédia se instalar em sua vida. Descrente e sem forças para continuar, Hope terá que "recolher os cacos" e lutar para reconquistar tudo aquilo que perdeu, inclusive o amor de sua família.
O longa não apresenta muitas inovações ao segmento "filme de boxe". Estão aqui todos os clichês do gênero, como o oponente odiável, o agente que vê lucro acima de tudo, o técnico turrão que não quer o treinar o protagonista, e as lutas repletas de emoção. A grande diferença é que Fuqua consegue trabalhar essas trivialidades de forma eficiente, e ainda está amparado por uma das mais espetaculares atuações da carreira de Jake Gyllenhaal. O talentoso ator surpreende mais uma vez, e constrói um personagem fisicamente modificado e repleto de subcamadas emocionais. Muitas vezes, todo o sentimento do lutador é externado através do olhar, já que as palavras são incapazes de representar toda a desconstrução sentimental que se passa em seu interior. Pelo papel, Jake torna-se um sério candidato a uma indicação ao Oscar. Outro grande destaque da produção é a atriz-mirim Oona Laurence. Interpretando a filha de Jake, a jovem imprime uma enorme densidade dramática, transparecendo toda vulnerabilidade emocional de seu personagem.
Nocaute é um filme emocionante, denso e que nos faz vibrar com a história de um homem que precisou chegar ao fundo do poço para encontrar sua verdadeira essência. Imperdível!

Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes.

17 setembro, 2015

SUPER-AÇÃO


"Sou apenas o meu tipo inesquecível apesar de, às vezes, me achar uma porcaria".
(Elis Regina)


Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E – sem saber – busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem – na verdade – a gente é.

Um brinde ao inesperado! E às diversas formas de seguir em frente! (foto Alê Ladeira)




Moda pode ser tudo... Com Rosa Guariglia


"(...) viver é etcétera..."
Guimarães Rosa

Olá!

Na minha primeira coluna (10/07), contei que estava recém-chegada de uma viagem de férias, lembram? Fui para Santorini no final de junho para aproveitar o inicio do verão europeu sem preços de altíssima temporada. Foi a minha primeira vez na Grécia e a-mei.

Santorini é um lugar absolutamente cenográfico (dizem que a antiga Atlântida era lá), e a cor do geladíssimo mar Egeu é de um azul impressionante. 

A viagem toda foi perfeita, com comida deliciosa, amigos que fazem a gente se sentir em casa, muito vinho e drinks na praia. 

Para continuar a série de acessórios- souvenirs que trago de viagem, descobrimos a galeria Mati (matiartgallery.com) que, entre quadros e esculturas, vende joias de prata e ouro que reproduzem peixes e, segundo o dono, são os mais representativos da ilha. 

Voltei com o colar comprido da foto, que tem uma cabeça de peixe pendurada. Pode ser controverso, mas juro que a gente demora um pouco a entender o que é...eu achei lindo. 

As duas cidades da ilha, Fira e Oia, têm muitas lojas de acessórios que vendem pulseirinhas com pedrinhas delicadas, até meios hippies, e algumas que lembram muito tudo o que vi em Istambul, por causa dos pingentes de mão de Hamsa (ou mão de Fátima) e da pedra turquesa, como o anel que está na foto, que ficou grande no dedo e eu cismei de trazer mesmo assim. 

Tem coisa melhor que viajar nas férias? Claro que sim, mas a vida passa muito rápido para não realizar alguns sonhos.

beijos,
Rosa


Rosa Guariglia é mineira de Belo Horizonte, advogada e sempre teve um espirito meio transgressor, procurando brechas para não parecer nem careta e nem muito moderna. Adora revistas de moda e tem a mania de fazer álbuns de referências de imagens de editoriais (e fotos de cabelos, lugares, dicas de onde ir...ufa!) para se inspirar. A maior fonte, segundo conta, são os amigos, de todas as áreas e que sempre mostram um olhar diferente para a vida. Para ela, a diferença nas formas de pensar e os pontos em comum que elas criam, é o que importa.



15 setembro, 2015

Nada por acaso

Sempre acreditei que nada na minha vida acontece (ou aconteceu) por acaso. Não que eu acredite em destino, acho que temos livre-arbítrio para traçarmos nossos próprios caminhos. Mas, em minha opinião,  algumas experiências nos são dadas para aprendermos determinadas coisas e melhorarmos como pessoas. De um jeito ou de outro. Se nos foi dada a oportunidade de crescermos ali e nos tornarmos melhores e, por algum motivo, não aproveitamos a chance... Sei lá. Uma hora mais tarde aquilo nos é cobrado, ás vezes de um jeito tão doloroso que não nos resta saída: é hora de mudarmos. E aí a mudança é na marra. Com muito choro. Dor. Tarja preta. Lágrimas pesadas. E pensamentos destrutivos.

Portanto, esse texto de hoje nada mais é que um desabafo, um choro interno, um apelo a mim e também aos outros (que andam sofrendo e se lamentando tanto): vamos tentar nos conhecer mais, nos humanizar...  Vamos manter uma vibração de energia bacana no ambiente em que vivemos, para que tenhamos a resposta - sempre existe uma resposta -  quando não acharmos mais solução.

E minha resposta hoje veio como um sopro:  RESPIRA E ESPERA PASSAR.

Porque vai passar.



Agora a coluna da nossa querida dentista Gabriela:

Sorrir faz bem - Dra Gabriela Soares Mayr

Dentes Supranumerários

Os dentes supranumerários ou extranumerários são os que excedem os 20 elementos decíduos (de leite) ou os 32 elementos permanentes.Uma das etiologias considerada são os fatores hereditários. 
Podem ser únicos ou múltiplos, uni ou bilaterais e surgir na maxila ou na mandíbula. Os dentes supranumerários são considerados alterações de desenvolvimento: Alterações de número.
Podem ter a forma normal ou uma forma que não lembra em nada a anatomia dos dentes. Na dentição decídua ocorre com maior frequência na região dos incisivos superiores,sendo normalmente conóides. O segundo mais comum é o quarto molar. E o terceiro, os pré-molares inferiores.São mais comuns na mandíbula e no sexo masculino.Os dentes supranumerários são diagnosticados através de exame clínico e exame radiográfico (Radiografia panorâmica). Podem levar a várias complicações:Retenção de dentes na região,aparecimento de diastemas,fechamento anormal do espaço, má oclusão e ainda reabsorção de dentes próximos. O tratamento depende do tipo da posição e do possível dano a um dente adjacente. A extração é indicada quando o irrompimento de outro dente é alterado pela sua presença,quando interfere na estética ou no tratamento ortodôntico ou quando estiver causando reabsorção em raízes adjacentes. Porém há casos em que ele pode ser tracionado até o arco dentário para substituir um dente natural ou perdido.
Por isso o diagnóstico precoce e bem realizado são de fundamental importância.

Outras fotos:





Para saber mais sobre o trabalho da Gabriela Mayr (IG @Gabriela_Mayr), Av Major Lopes, 100 - Savassi. 
Tel: 31 2555-0555