20 maio, 2009
Para todas os obcecados e os rejeitados,
E para todos os amores perdidos.
Vamos encarar a realidade? Vamos colocar os pingos nos is? Se você não está feliz, o problema é seu. Sim, meu amigo, sinto dizer. O problema é seu. (Única-e-exclusivamente seu). O problema não é meu. O problema não é dele. O problema não é do destino. Nem da novela-das-oito. A pior coisa no mundo (e mais covarde também) é distribuir culpas e se tornar vítima do próprio sofrimento. Mas não te culpo. Nós crescemos assim. Jogamos a responsabilidade de ser feliz nas mãos dos outros. Vai dizer que não? Vai dizer que você nunca disse a eterna frase dos acorrentados: a culpa não é minha!!!! Ah, sei... Se a vida é sua, a culpa de você estar aí, decepcionado, inquieto, cheio de raiva no coração é das pessoas que inexplicavelmente se voltaram contra você? Sinto te informar que não. A culpa é sua, sim. Aceite. Aceite sua culpa como sua máxima verdade. Tome-a nos braços. Você é culpado pela sua infelicidade. Pela sua felicidade. Pelo que você faz e recebe da vida. Decorou? Então tome nota. O que você plantou, estará na sua mesa. Não é fácil, eu sei. E eu digo isso porque preciso acordar. Eu não posso dizer que ele me decepcionou. Eu não tenho o direito de achar que meu coração tem duzentos e cinqüenta e cinco cicatrizes porque o amor é uma faca afiada que corta. Vamos jogar aberto. A culpa é minha. Eu dei meu coração. Eu criei expectativas. Então, com sua licença. A culpa é minha. Minha culpa. Minha feia culpa que é minha e de mais ninguém. Minha culpa de sete pontas. Minha culpa que me faz olhar a vida e me sentir personagem principal de uma página triste. E não é só triste. É uma culpa boa. Porque também me faz exercitar um sentimento maior (e mais brilhante que o mundo): o perdão. Se eu pudesse escolher um verbo hoje, eu escolheria perdoar. Assim, conjugado na primeira pessoa, com objeto direto e ponto final: eu me perdôo. Não, eu não te perdôo porque não tenho porque te perdoar. Tenho que perdoar a mim. A mim, que me ferrei. Me iludi. Me fodi. Me refiz. Me encantei. A culpa é minha. Minhas e das minhas expectativas. Minha e das minhas lamentáveis escolhas. Minha e do meu coração lerdo. Minha e da minha imaginação pra lá de maluca. Então, com sua licença, deixe eu e minha culpa em paz. Eu e meu delicioso perdão por mim mesma. Eu só te peço uma coisa. Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe.
(Somos todos culpados, se quisermos. Somos todos felizes, se deixarmos.)
(Quem tiver Twitter, é meu é www.twitter.com/fernandacmello.
Fiz o meu hoje e irei colocar frases e notícias diárias sobre o lançamento do meu livro Princesa de Rua, que será em junho. FOLLOW ME, PEOPLE!).
obs: Esse texto é de agosto de 2005! Mas resolvi postá-lo hoje porque acho autopiedade a coisa mais vagabunda do mundo...
27 março, 2009
HOMENS BONS DE CONVERSA X HOMENS BONS DE VERDADE
(você já aprendeu a diferença ou ainda está caindo nas lorotas que eles contam?)
Na minha leiga concepção, existem apenas dois tipos de homem no mundo: os que fazem você se sentir bem e os que fazem você se sentir um lixo. É simples assim. Quando você sai com um cara que te faz se sentir bem, você volta pra casa feliz, radiante. E com o humor nas alturas. Quando você sai com um cara que te faz se sentir um lixo, você chega em casa aos trapos. Com um desassossego que não te deixa. E com um vazio que ninguém explica. Entendam: a noite pode ter sido incrível. Mulheres inteligentes sabem que noites incríveis nem sempre rendem dias-seguintes igualmente incríveis. E é bem aí que eu quero chegar. Primeiro, não somos inteligentes de imediato quando se trata de paixão, química. E pele. Somos românticas e carentes. Segundo, não temos bolas de cristal, não sabemos se o cara se acha a última bolacha do pacote, se ele é um mentiroso nato, se ele vai abrir a porta do carro e depois se mostrar o abominável homem das neves dentro de uma calça Diesel. A verdade é que quando a gente sai a primeira vez com um cara, nunca sabemos ao certo como vai ser. Ou como o moço realmente é.
Mas como estou ficando expert no assunto, resolvi dar algumas dicas para ajudar a vocês (e a mim) a decidir se vale a pena - ou não - arriscar. Já decretamos, por unanimidade, que um cara que te faça se sentir um lixo deve ser removido do planeta. E deletado das nossas agendas de telefone. Se você perceber alguns desses sinais antes de encontrar a figura, fique atenta!!! Eu, particularmente, prefiro passar um sábado à noite em casa, lendo um bom livro, a sair com um cara que me faça sentir mal comigo mesma depois. Pra ajudar a saber se o encontro foi bom, preste atenção no seu tom de voz quando suas amigas perguntarem: e aí, como foi? Se você inventar alguma mentira pouco convincente, a situação não está nada boa. Mas se você nem ao menos quiser tocar no assunto, minha amiga, você teve um encontro no qual você se arrependeu. Sinto dizer. Pode ter sido ÓTIMO, mas você está arruinadamente arrependida. E sem aquele papo furado de dizer que “antes se arrepender do que fez a não se arriscar”. Para com isso, gente! Não temos mais 15 anos. Essa frase não combina com quem está chegando ou já passou dos 30. Combinado? Então vamos lá: se o cara mencionar que tem namorada, que estão dando um tempo ou derivados, FUJA. Por mais lindo que ele seja, não vale a pena. Grifem: NÃO VALE UMA NOITE SEQUER PERDIDA. A expressão que ele fizer quando o celular dele tocar e ele não atender, vai te fazer se sentir a pior das criaturas. Claro, meu bem, poderia ser VOCÊ do outro lado da linha recebendo um END do tamanho da falta de noção dele.
Confesso que realmente não consigo. Sou solidária com as mulheres, mesmo que a maioria não haja assim. E estou sendo sincera. Acho bem legal isso em mim e espero que esse texto sirva de inspiração pra outras garotas fazerem o mesmo: não vamos fazer com os outros o que não queremos que façam com a gente. Certo? Então, mande esse cara pastar e arrumar outro tipo de diversão!
Outros sinais importantes que enumerei juntamente com minhas amigas via MSN, enquanto elas trabalhavam seriamente e eu escrevia essas abobrinhas são as seguintes (as opiniões abaixo são pessoais e eu realmente não tenho nada contra “Fanta Laranja”):
- Não saia com um cara que tenha compromisso com outra garota. Lembre-se que essa garota poderia ser você. E não esqueça da lei do karma: a “coisa” volta pra você triplicado. (Alguém precisa disso na vida?)
- Não saia com caras que contem vantagem demais, que usem o termo “amigo pessoal” de alguma celebridade e que perguntem qual a marca do seu jeans. (Acreditem, isso existe!)
- Não saia com caras que te chamem de gorda ou mencionem defeitos físicos nos primeiros encontros. (Imagina o que um ser humano desses vai falar quando você estiver na TPM!).
- Não saia com indivíduos que achem bonito maltratar animais.
- Não saia com caras indecisos sexualmente.
- Não saia com caras que te deixem no “vácuo”.
- Não saia com caras agressivos, briguentos, arrogantes e sem-educação. (Isso é óbvio, mas não custa lembrar!)
- Não saia com caras que digam: “Vê se não some"...
- Não saia com homens que SÓ tomem Fanta Laranja (hahaha...).
- Não saia com seres que não respondam suas mensagens, emails ou telefonemas.
- Não saia com homens que roubem seu troco do Mac Donalds.
- Não saia com homens que acham que estão te fazendo um favor.
- Não saia com homens pão-duros. Homens pão-duros com dinheiro acabam sendo pouco generosos até sexualmente. (E disso a gente está correndo!)
- Não saia com caras que insinuem coisas desagradáveis a seu respeito.
- Não saia com caras que usem camisetas do Lula.
- Não saia com homens que façam uso de drogas pesadas.
- Não saia com homens que falem mal da própria mãe.
- Não saia com homens que tenham um cabelo à la Roberto Justus.
- Não saia com playboys que acham que a vida se resume ao próximo feriado.
- Não saia com homens que queiram tirar qualquer vantagem de você (emocional ou financeira).
- Não saia com nenhum mané que diga que você não pode se apaixonar por ele, nem levá-lo a sério.
- Não saia com homens que não tenham senso de humor.
- Não saia com homens que se dizem confusos e tenham "medo de se envolver".
- Não saia com homens que dizem estar correndo de compromisso. (Sim, amigo, nós é que estamos correndo de você!)
- Não saia com homens que falam muito de si mesmo e nunca te escutam.
- Não saia com caras que se preocupam só com a forma. E esquecem o conteúdo.
- Não saia, em hipótese alguma, com caras que te façam ter dúvidas sobre a mulher sensacional que você é. Nada menos que isso será permitido.
Meninas, homens não são todos iguais. Têm muita gente bacana por aí, só não vale perder tempo com caras que não sabem valorizar as oportunidades que tem!
Meninos, não levem esse texto tão a sério. Uma amiga querida teve um “bad date” dias atrás e eu precisava fazê-la rir...
Ps2: Sair com um cara que abre as casquinhas de pistache pra você não tem preço! Se isso acontecer com você, aproveite!
12 março, 2009
COM QUE LETRA EU VOU??
Se não deu certo
Apague e recomece
Esqueça o que ficou
Esqueça a culpa
A falta de plano
Esqueça a dúvida
O que foi quase engano
Apague e recomece
É sempre hora de mudar
De virar a página
E se reinventar
(Mesmo que doa, aprender não é um processo à toa).
ps: para todos os que têm coragem de recomeçar...
09 fevereiro, 2009
CHOCOLAT ARE GIRL´S BEST FRIEND!
(em tempos de crise mundial e hormonal, quem pensa em diamantes?)
Drummond disse uma vez que há duas épocas na vida em que a felicidade está numa caixa de bombons: na infância e na velhice. Tudo bem, eu perdôo. Drummond não nasceu mulher, nunca teve TPM. Ele não sabia que há uma época do mês, durante toda uma vida, em que a felicidade de uma mulher mora bem ali: no doce sabor de um bombonzinho. Mentira minha? Ah, não sei, não. “Naqueles dias”, meu bem, só um docinho na boca pra salvar o humor e acalmar os ânimos. Claro que - se possível – também queremos colo, elogios e um bom cafuné. Mas chocolate – ah, chocolate não tem erro! Ele está sempre ali. Nos esperando... Nos acalmando... Mandando baldes de serotonina para nosso corpo desassossegado. Um namorado também ajuda. Ou não. Quem não nasceu mulher nunca vai saber ao certo como é ser mulher. Como é ter um monte de hormônios no comando, nos deixando assim: à mercê de toda nossa loucura. Ah, Deus tenha piedade de nós! (E de todos os homens que aguentam nossas maluquices!). Temos direito universal a sermos loucas e complicadíssimas uma vez por mês e, mesmo assim, continuarmos sendo amadas e queridas por nossos amigos e amores. Já ouvi dizer que TPM é frescura. Eu confesso que não é. Ficamos chatas de verdade e ninguém – em sã consciência – quer parecer chata. (Afinal não somos burras. Ou somos?). Às vezes fico irritada. Em outras (a grande maioria), fico emotiva e comovida com todas as dores do mundo. Por favor, grifem essa parte: com todas as dores do mundo. Sofro por todas, por tudo e choro. Choro vendo o Jornal Nacional, choro ouvindo música, choro porque o humilde velhinho tirou um botão pra pagar o pão achando que era moeda... (Ah, não!!!). E choro – copiosamente e sem fim – vendo as reprises de Greys Anatomy (porque todo hospital resolve morrer bem no dia em que eu fico menstruada?). E a mão do doutor treme, o mundo treme, o queixo treme, o humor se alterna e os homens – nossa! – como eles tremem! Morrem de medo de nós porque não sabem o que os aguardam. (Se a gente mesmo não sabe, imaginem eles!).
Por isso, hoje, num dia incrivelmente comum onde nada lá fora acontece e dentro de mim TUDO ferve, eu resolvi escrever esse texto. Porque milhares de bombons Sonhos de Valsa foram atraídos para o meu contexto super hormonal e consumidos sem a mínima culpa (sim, nesse período, não existe espaço para culpas!). E agora, SÓ AGORA, posso dizer com a maior certeza e doçura do mundo: CHOCOLATE É O MELHOR AMIGO DA MULHER!
Pergunto: em se tratando de chocolate, o que é mais importante: o tamanho ou o prazer que ele proporciona? hahaha! Meninas, deixem suas opinões e preferências de marca, cor e tamanho! Alguém já experimentou Lindt?
Uma semana de deliciosas mordidas para todos!
16 janeiro, 2009
MANIA DE GATO
É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e - quem quiser - que me deixe assim. Tenho dois pares de asas, um desejo infinito no peito e um lado druida que não se cala. Sou guerreira. Sou canceriana. Sou filha da lua. Quero sempre o vôo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!
ps: Na foto, Cazuza - meu gato - e eu.
(aproveitando a inspiração e total transpiração nesse dia quente de janeiro, aí vão mais umas linhas)...
COM O LIVRO NA BARRIGA...
Sabe uma das coisas mais bonitas que minha mãe me ensinou? Só sabe amar de verdade quem deixa que o outro SEJA. Putz. Acho isso a coisa mais foda do mundo! Isso é Amar com A maiúsculo, amor sem egoísmo e com total aceitação das nossas tantas imperfeições. É aí – bem nessa hora em que amamos “apesar de” - que fazemos nascer a coragem no outro. Coragem de ser melhor, de ajustar os tons, de se fazer conforme os próprios sonhos. Por isso – e por elas (as grandes mulheres da minha vida) – que hoje resolvi escrever esse texto. Porque finalmente vou lançar meu livro de crônicas, apesar de tantas contas vencidas, inseguranças acumuladas e noites em claro. Eu concordo que viver de letras é coisa de gente maluca, mas eu escolhi isso para a minha vida e não vou parar. Gostaria, portanto, de agradecer a todos que me apoiaram todo esse tempo, principalmente à Dona Guilhermina, minha madrinha Nena, Tutu, minhas grandes amigas, afilhada e minhas fiéis escudeiras Fá e Beta, que me deram colo, pagaram minha luz, leram todas minhas abobrinhas e deixarem que eu FOSSE, simplesmente. À essas maravilhosas mulheres, eu dedico meu futuro livro. Em breve, nas livrarias!
Ps: O livro será uma surpresa! Uma coletânea dos melhores textos do blog, crônicas e poesias inéditas, fotos, frases e outras delícias! Consegui patrocínio da Siemens, através da lei Rouanet. Quem tiver interesse (pessoa física ou jurídica) de entrar como segundo patrocinador ou apoio, é só mandar email para fernandamello2006@gmail.com. Mantenho todos informados sobre a data de lançamento. Obrigada pela força e um ano novo realmente NOVO para todos!
É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e - quem quiser - que me deixe assim. Tenho dois pares de asas, um desejo infinito no peito e um lado druida que não se cala. Sou guerreira. Sou canceriana. Sou filha da lua. Quero sempre o vôo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!
ps: Na foto, Cazuza - meu gato - e eu.
(aproveitando a inspiração e total transpiração nesse dia quente de janeiro, aí vão mais umas linhas)...
COM O LIVRO NA BARRIGA...
Sabe uma das coisas mais bonitas que minha mãe me ensinou? Só sabe amar de verdade quem deixa que o outro SEJA. Putz. Acho isso a coisa mais foda do mundo! Isso é Amar com A maiúsculo, amor sem egoísmo e com total aceitação das nossas tantas imperfeições. É aí – bem nessa hora em que amamos “apesar de” - que fazemos nascer a coragem no outro. Coragem de ser melhor, de ajustar os tons, de se fazer conforme os próprios sonhos. Por isso – e por elas (as grandes mulheres da minha vida) – que hoje resolvi escrever esse texto. Porque finalmente vou lançar meu livro de crônicas, apesar de tantas contas vencidas, inseguranças acumuladas e noites em claro. Eu concordo que viver de letras é coisa de gente maluca, mas eu escolhi isso para a minha vida e não vou parar. Gostaria, portanto, de agradecer a todos que me apoiaram todo esse tempo, principalmente à Dona Guilhermina, minha madrinha Nena, Tutu, minhas grandes amigas, afilhada e minhas fiéis escudeiras Fá e Beta, que me deram colo, pagaram minha luz, leram todas minhas abobrinhas e deixarem que eu FOSSE, simplesmente. À essas maravilhosas mulheres, eu dedico meu futuro livro. Em breve, nas livrarias!
Ps: O livro será uma surpresa! Uma coletânea dos melhores textos do blog, crônicas e poesias inéditas, fotos, frases e outras delícias! Consegui patrocínio da Siemens, através da lei Rouanet. Quem tiver interesse (pessoa física ou jurídica) de entrar como segundo patrocinador ou apoio, é só mandar email para fernandamello2006@gmail.com. Mantenho todos informados sobre a data de lançamento. Obrigada pela força e um ano novo realmente NOVO para todos!
23 dezembro, 2008
04 dezembro, 2008
Pelo inferno e o céu de todo dia...
(porque existem horas nessa vida que só a arte - ou o bom humor - podem nos salvar...)
Vim ao mundo para questionar. Para me entender. Para ser feliz. Por isso, escrevo. Palavras são minha terapia. Meu remédio. Meu ponto de fuga e encontro. Na arte, eu me busco. É lá que eu sempre estou. Procurando o verbo, indagando a letra, consolando a frase que chegou ao fim. Quer me conhecer? Me encontre naquele romance antigo, segundo parágrafo, mostrando que a solidão não deve se atravessar a sós. Talvez eu possa – e isso é quase certo – me mudar pros tons daquela bela música e por lá ficar: “feita de luz mas que de vento”... Ah, me desculpem os Jungs, Freuds e Lacans. Mas Chico Buarque me entenderia! Alguns artistas – e nisso incluo poetas, músicos e demais sonhadores - parecem conhecer a fundo a alma humana. Quando falam de si, mostram um pouco também de nós. Quem nunca pensou, ao menos por um segundo: essa canção foi feita pra mim? Eu já me apropriei de centenas de músicas (com o devido crédito ao autor, é claro), que dizia serem "minhas". Naquele momento, elas - e só elas - pareciam entender o que eu sentia. Letra por letra. Rima por rima. Em cada nota, um espanto. E uma sensação de pura comunhão com o mundo: é, eu não estou sozinha. A arte também foi feita pra unir. Pra protestar. Para seduzir. Por isso, passo a vida escrevendo. Lendo. Garimpando frases. Buscando o verso certo. A estrofe perfeita. Ou um conhecimento maior sobre mim mesma. Se estou conseguindo? Não sei. A arte nem sempre é bondosa. Um dia nos pega no colo e, no outro, nos faz enxergar o que ainda é difícil de ver. Mas tudo bem. Enquanto houver um poema pra nos consolar e uma boa canção pra nos comover, "a gente vai levando".
"Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia"...
(Cazuza)
04 novembro, 2008
Mulheres inteligentes e caras pra lá de babacas
(porque, às vezes, a gente fica seriamente burra?)
Toda mulher que se preza já se apaixonou por um babaca. A história é quase sempre a mesma, o final também. A gente conhece um cara, ele se mostra doce, maravilhoso e bem-resolvido. A gente – encantada – guarda a intuição no fundo da gaveta, veste o melhor decote (e o melhor sorriso) e sai linda, leve e solta para mais um capítulo cheio de frases mal-contadas, celular desligado e eventuais sumiços. Verdade seja dita: a gente sente que tem alguma coisa errada, mas acaba fazendo vista grossa. E acha que está sensível demais, exigente demais, desconfiada demais. E deixa rolar. O resultado? O cara te enrola, te pede desculpas. Depois vacila de novo e te enche de presentes. Meninas, estou escrevendo esse texto para eu mesma decorar. Imprimir. E nunca mais esquecer. A gente não pode sair por aí perdendo nosso tempo com esses babacas. Chega de desculpar tanto, de tampar o sol com a peneira. Quando um cara REALMENTE está afim de você, ele vai até o inferno por você. Essa verdade ninguém me tira. Não tem trabalho, família, futebol, amigos, crise existencial, nem celular sem bateria que façam com que ele – caso tenha educação e a mínima consideração – não tenha tempo de dizer um simples “oi”. Isso não é pedir muito, concorda? O cara não precisa dar satisfação a toda hora, te ligar várias vezes por dia, isso é chato e acaba com qualquer romance. O que eu quero dizer é que mulher precisa de carinho. Atenção. E uma sacanagem bem-dosada. Se o sujeito vive brincando de esconde-esconde, não responde lindamente suas mensagens, não te chama pra sair com os amigos dele e nem tenta te agarrar quando você diz que está com uma lingerie de matar por debaixo da roupa – minha amiga – o negócio está feio. Muito feio. Confesso que não é tarefa fácil colocar um ponto final de uma hora pra outra nessas histórias. Somos seres românticos, abduzidos pelos finais felizes dos filmes e livros. A gente sempre acha que alguma coisa vai mudar, que ele vai perceber TUDO o que está perdendo e vai aparecer com flores na porta da nossa casa. Mas a realidade é diferente. Não somos a Julia Roberts, não estamos numa comédia romântica e, na vida real, homens são simples e previsíveis. Quando eles querem uma coisa, não há nada – nem ninguém – que os impeça. Portanto, anotem aí: quando um cara está afim de você, ele vai te ligar, ele vai te procurar, ele vai te beijar, ele vai querer estar sempre com as mãos em cima de você. Não sou radical, apenas cansei de dar desculpas pra erros que não são meus. Ou são. Afinal um cara babaca sempre dá pistas de que é babaca. Só não enxerga, quem não quer.
ps: Esse texto é para todos os caras “sem noção” que encontrei ao longo da vida. Deus me ajude a nunca mais conhecer nenhum! Comentários, no link abaixo. Aqui a terapia é em grupo.
28 outubro, 2008
28 de outubro de 2005
É DANDO QUE SE RECEBE!
(pode pensar o que quiser, ainda acho a reciprocidade uma das coisas mais gostosas- e divertidas - desse mundo)
Vem cá. Me dá a sua mão. Coloca sobre meu peito. Agora escuta. Olha o tumtumtum. Você pode me ouvir? É pra você, seu besta! É por você que meu coração bate! (Ele, que de tanto bater, parou sem querer outro dia). Posso confessar? Jura que vai acreditar em mim? A verdade é que estou de saco cheio de histórias românticas. Meus casos de amor já não têm a menor graça. Será que você me entende? Eu não escrevo porque vivo amores cinematográficos e quero contar pro mundo. Não!! Eu escrevo porque eu sou uma maluca. Minha vida é real demais. Um filme B pra ser mais exata. E eu não acho graça em amores sem final feliz. Por isso, invento. Pro sangue correr pelas veias, pra lágrima cair dos olhos, pra adrenalina sacudir o corpo. Eu invento amores pra ver se eu acredito em mim. (Acredita?). Mas hoje eu estou cansada. Estou cansada de mentiras, de realidade, de telefone mudo e de músicas sem letra. Estou cansada de escrever sobre o meio ambiente, redigir manifestos contra o uso de peles de animais em casacos, falar sobre o que será a moda nas ruas. Hoje não! Uma hora eu escrevo sobre isso, sei lá. Mas deixa primeiro eu salvar a MINHA pele. Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também. Pode rir, é isso mesmo. Não vou fingir ser o que não sou. Quer me tratar bem? Amém! Se não quiser, vá com Deus, não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família. E pelos meus gatos. De resto, sou igual bicho. Me morde e eu te como. Com as minhas palavras. Que são meu maior mel. E meu melhor veneno.
(pode pensar o que quiser, ainda acho a reciprocidade uma das coisas mais gostosas- e divertidas - desse mundo)
Vem cá. Me dá a sua mão. Coloca sobre meu peito. Agora escuta. Olha o tumtumtum. Você pode me ouvir? É pra você, seu besta! É por você que meu coração bate! (Ele, que de tanto bater, parou sem querer outro dia). Posso confessar? Jura que vai acreditar em mim? A verdade é que estou de saco cheio de histórias românticas. Meus casos de amor já não têm a menor graça. Será que você me entende? Eu não escrevo porque vivo amores cinematográficos e quero contar pro mundo. Não!! Eu escrevo porque eu sou uma maluca. Minha vida é real demais. Um filme B pra ser mais exata. E eu não acho graça em amores sem final feliz. Por isso, invento. Pro sangue correr pelas veias, pra lágrima cair dos olhos, pra adrenalina sacudir o corpo. Eu invento amores pra ver se eu acredito em mim. (Acredita?). Mas hoje eu estou cansada. Estou cansada de mentiras, de realidade, de telefone mudo e de músicas sem letra. Estou cansada de escrever sobre o meio ambiente, redigir manifestos contra o uso de peles de animais em casacos, falar sobre o que será a moda nas ruas. Hoje não! Uma hora eu escrevo sobre isso, sei lá. Mas deixa primeiro eu salvar a MINHA pele. Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também. Pode rir, é isso mesmo. Não vou fingir ser o que não sou. Quer me tratar bem? Amém! Se não quiser, vá com Deus, não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família. E pelos meus gatos. De resto, sou igual bicho. Me morde e eu te como. Com as minhas palavras. Que são meu maior mel. E meu melhor veneno.
25 agosto, 2008
23 de setembro de 2005
"Tem o certo. Tem o errado. E Tem todo o resto". (Cazuza)
Essa é a minha história. Tenho sete vidas, nove tatuagens, vinte letras de música, um livro de muitas páginas, nenhum centavo no bolso e o coração na boca. Minha vida é feita de números, eu que sempre contei nos dedos. Mas gosto mesmo é das palavras. Letras. Frases. Sílabas. Nada me deixa muda, nada me faz parar. Só a rima certa, a estrofe perfeita. Ou o seu olhar.
(Existe esta vida mesmo ou te inventei pra me distrair?)
segunda-feira, 20 de março de 2006
"Somos gente: dura tarefa. Com sorte, aqui e ali a ternura faz parte" (Lya Luft)
Sinto dizer: desapontar pessoas faz tão parte da vida quanto tomar café. Leio e releio esta frase e engulo seco. Minha alma está de dieta. Não cabe em mim o peso de mais uma cara amarrada. Decepções não acontecem porque deixamos de fazer alguma coisa para alguém ou porque não somos como a imagem que projetaram de nós. A verdade é que as pessoas (nas quais me incluo) não sabem o que querem de si mesmas e jogam suas frustrações nas costas do outro. Em cima de alguém que obrigatoriamente deveria ter a resposta. Mentira minha? Não creio. E não há resposta na última página, sua verdade não está em ninguém (a não ser em você mesma), a decepção te engole, a culpa inflama, dias e noites são perdidos por emoções não conferidas no guichê. Vamos simplificar? Pegue a senha e aguarde. Pessoas sempre se decepcionarão com você. Pessoas sempre se apaixonarão por você. O importante é: não permita nunca que VOCÊ se decepcione, pois só VOCÊ tem o poder de fazer isso.
Beijos para todos e uma deliciosa semana!
21 agosto, 2008
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
MAIS UMA COROA PARA A MINHA E-TERNA RAINHA
Difícil escrever sobre a minha mãe. A famosa Gui, dona dos olhos mais verdes e do sorriso mais bonito desse mundo. Desculpe-me, mas está pra nascer mulher igual nesse século. Porque Guilhermina é Mulher com Eme maíuculo. Eme de Mãe. Eme de Maravilha. Eme de Mágica. (E bota mágica nisso!) Uma super-heroína? Não, nem tanto. Gui gosta do que é imoral, ilegal ou engorda (embora seja a pessoa mais correta que eu conheça). Na verdade, ela é mulher no ponto certo. Pronta pra encantar. Pronta pra acalmar. Pronta pra botar pra quebrar. Está sempre com os braços abertos, o café na mesa, a alegria na cara. Embora quase-perfeita, ela tem aquela simplicidade que nega: "que bobagem, eu não sou nada disso". E eu escuto ela falar e fico quieta, pensando: ah, se Vinicius de Moraes te conhecesse, mãe! Se ele lesse a poesia que eu vejo em seus olhos... Ah, "se todos fossem no mundo iguais a você".
Gui é isso aí, quem conhece, sabe. Ela é música. Arte. Colo. Abraço apertado. E Salto alto. Libriana de carterinha, ela nasceu pra fazer festa. Com suas caras, bocas e trejeitos, ela é referência. Ponto de apoio. Equilíbrio e panos-quentes. A verdade é que ninguém sabe SER como Guilhermina é. Inteira. Completa. Dona de múltiplos talentos e carinhos fabricados por ela mesma. Precisa de inspiração? Olhe um segundo para ela. Mas antes, prepare-se! Guilhermina vicia e só faz bem. Depois de conhecê-la, você vai sempre se lembrar: taí uma mulher que sabe das coisas. E ela sabe! Sabe por sentir, mesmo antes de pensar. Minha Corutjicha (como eu a apelidei há tempos atrás) tem o sexto sentido aguçado. Descobre minhas vontades, decifra meus humores, faz o impossível para me ver feliz. E eu SOU! Devo minha melhor parte a ela, que me ensinou a viver de um jeito apaixonado e cheio de virtudes. Ela me mostrou que existem - sim! - alminhas bonitas no mundo que valem nossas dores, cores e (tantos) amores. Com ela aprendi a andar com minhas próprias pernas, aprendi a acreditar, aprendi a amar e a receber, aprendi a afirmar: amanhã será bem melhor, SARAVÁ!!
Gui é assim: poesia que não pára. Tons. Pausas. Letras. E uma leve tristeza disfarçada.
Gui é minha melhor frase. Meu melhor verso. Minha canção perfeita. Minha lua. Minha mais divina luz. Minha inspiração. Refrão e desabafo.
Passo dias pensando: o que fazer para deixá-la um pouco (ou um tanto) mais feliz? Foi aí que descobri. Sendo feliz, primeiramente. Acho lindo e simples isso. Ao contrário do que possa parecer, não é egoísmo. O amor se recicla e nunca é desperdiçado. A gente vê o outro feliz e - instantaneamente - fica feliz também. Já sentiu? É PERFEITO! Por isso, devo confessar: o que me faz acordar todos os dias com um sorriso estampado na cara é saber que posso fazer minha Guizola sorrir. (E - porque não? - ás vezes, também, chorar). Cada conquista, cada emoção (pequena, média ou grande) é um presente meu pra ela. Um agradecimento (lá do fundo do coração) pela sorte de ter o maior de todos os presentes já ganhos: A PRESENÇA DELA EM MINHA VIDA!
Por ela, eu desafio a mim mesma. Por ela, eu me atrevo a ser melhor. Por ela, eu ouso acreditar que músicas serão gravadas, livros sairão do papel e gatos subirão - satisfeitos - em telhados da casa de vidro.
Por ela, EU SOU.
E sei que pouca coisa importa tanto quando as muidezas de uma vida com ela. O arroz doce quentinho. O purê de batata. A risada infinita. O abraço grudado. Aquele brilho no olhar que é um pouco de céu. Quando chego na casa de Dona Gui - minha rainha a quem devo minha coroa e todo meu amor - ela responde do interfone com a voz mais doce do mundo: "Oi,minha Pimpolitcha!!!". Nessas horas, eu fecho os olhos e agradeço (porque ela também me ensinou a agradecer pela vida): OBRIGADA PELA MELHOR MÃE DO MUNDO SER A MINHA!
(Corujitcha, sorte nossa que entendemos o encanto de amar e se doar como ponto alto da vida. Obrigada por me ensinar a SER. Obrigada por vibrar comigo. Obrigada por me fazer seguir em frente. Obrigada por me ensinar a dar valor a todas as pequeninices da vida. Elas fazem realmente a diferença).
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